quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

FALECEU NESTA MANHÃ NA CIDADE DE IPIAÚ, O IBITUPAENSE EURICO DA SILVA.



Por: Leandro Bahiah.
Imagem: Internet.

Faleceu nesta quarta (19), por volta das 8h35 no Hospital Municipal de Ipiaú/BA, vítima de uma Insuficiência Respiratória, o senhor Eurico da Silva aos 78 anos de idade e conhecido pelos ibitupaenses popularmente como Euriquinho.

Eurico da Silva deixa irmãos, genro, amigos, a esposa Tereza, e filhos: Maria Luciana, Maria Clarete, Maria Bárbara, José Roberto e Adair José os netos (as) Thamala e Ketley

Uma figura impar que adorava brincar e os ibitupaenses vai sentir saudades de um homem pacato e que sabia viver em sociedade e que tinha na amizade o seu maior trunfo.

O seu sepultamento será nesta quinta (20) às 7 horas. O Ibitupã News devota a família enlutada sincero sentimentos de pêsames e solidariedade e piedade cristã.

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

CERTEZAS INCERTAS

 Por: Pericles Gomes.
Imagem: Internet.

A vulnerabilidade dos meus "inimigos" me causa espanto. É de uma pungência  inominável. Sem fim. Preferiria que eles estivessem no meu lugar. Juro.

Sonho em lutar contra guerreiros mais destemidos, mais seguros, mais fortes e menos frágeis. Meu Pai me ensinou que não é muito legal "tirar doce da boca de criança".

Não quero dizer com isso que eles não me atinjam. Atingem sim. Mas o fazem sem querer. Eles erram, quando erram. E erram, quando acertam. Explico. Os meus algozes conseguem me atingir, não quando creem estar fazendo isso. É justamente o contrário. Quando eles tentam acertar ( e não conseguem) eles me ferem em cheio, sem nem saber ( contei o meu segredo).

Elaboro agora exercícios cognitivos para tentar recuperar-me dessa eterna peleja, entre a nossa necessidade contínua e a ajuda mantenedora dos afanadores bonzinhos. Não é muito inteligente pensar que é uma atividade de fácil solução.

Enquanto isso sigo com minha bravata particular contra mim mesmo.

Tem um ditado antigo que diz que: tem coisas que deveriam ser vendidas em feira livre, vergonha na cara é uma delas. E, é duro perceber que pouquíssimos compraram-na na bodega da esquina. Em tempos de usurpação e inversão de valores... vergonha na cara é um produto muito desvalorizado no mercado. Pena para os que prezam pela moral e pela ética.


Agora não vale culpar o mundo, nem as outras pessoas. Dizendo que a vida é ruim por conta das más companhias. Antes é preciso afirmar que vida é ruim porque você é uma péssima companhia. Sabendo disso, não resta outra alternativa a não ser fazer o que propôs Alberto Caeiro no seu poema, Quem me dera:  
Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois
Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada,
E que para de onde veio volta depois
Quase à noitinha pela mesma estrada.

Eu não tinha que ter esperanças — tinha só que ter rodas ...
A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco...
Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas
E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.

Tudo isso faz parte das minhas certezas... incertas. Aliás como teólogo e (falso) poeta, aprendi que só tenho uma certeza: não tenho certeza nenhuma. No entanto, não ter certeza nenhuma, já é uma certeza. 

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.



Fonte: pericleskinho.blogspot.com.br

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A BONDADE DOS ASSASSINOS

 Por: Guilherme Fiúza

O Brasil bonzinho assassinou o cinegrafista Santiago Andrade. Não foi outro o criminoso. Quem matou Santiago foi esse Brasil envernizado de bondade e infernizado de hipocrisia. Nenhum débil mental mascarado poderia ter matado Santiago sem a cumplicidade desse monstro.

A herança maldita da Primavera Burra foi apontada exaustivamente neste espaço. Os bem-pensantes e os demagogos — hoje praticamente indiscerníveis — continuaram matraqueando que os políticos precisavam ouvir “o recado das ruas”. Mentira. Não houve recado nenhum. Não há uma mísera mensagem aproveitável daquele carnaval cívico, onde multidões exuberantes marcharam contra tudo e contra nada — na mais patética perda de oportunidade política na era do Império do Oprimido.

É claro que esse heroísmo imaginário das passeatas não poderia acabar bem. Qualquer bando de almas penadas que fechava uma rua podia ser aplaudido pela sociedade engarrafada. “Desculpem o transtorno, estamos mudando o Brasil”, diziam os revolucionários de videogame. Mudando o Brasil para onde? Para o Afeganistão?

Ninguém perguntou. E a natureza não perdoa: onde não há luz, há treva. Rapidamente, o espaço sacralizado da revolução sem cabeça foi tomado pelo obscurantismo. E o Brasil começou a matar Santiago Andrade quando se permitiu ficar na dúvida sobre o que fazer diante dos boçais mascarados e seus chiliques medievais. Ou melhor: a parte mais bondosa e solidária desse Brasil não ficou na dúvida. Criou um movimento pela libertação dos detidos nas arruaças, black blocs e idiotas associados.

Deputados bonzinhos, intelectuais do bem e artistas antenados gritaram — alto — pela liberdade dos presos em manifestações. Não há artefato mais letal do que a bondade prenhe de ignorância e flacidez moral. E os comandantes da segurança pública, intoxicados pelo arrastão populista, passaram a declarar que “a polícia não está preparada para esse novo tipo de manifestação”. Um escárnio. A barbárie nunca foi tratada com tanto carinho.

Ora, o que se faz com criminosos que saem pelas ruas destruindo o patrimônio público e privado, sitiando cidadãos e atentando contra a sua integridade física? Prende-se. Depois processa-se, julga-se e condena-se. Com as leis que estão aí, com o aparato judicial e policial que está aí, sem um segundo de conversa fiada sobre novos tempos e nova boçalidade. Esse Brasil progressista que matou Santiago se permitiu hesitar diante da afronta ao estado de direito. Confundiu atentado com protesto, e resolveu (embora jamais vá confessar isso) relativizar a violência. Assassino.

Os criminosos que explodiram o crânio do cinegrafista foram identificados sem dificuldade, e estão presos. Mas eles mesmos e seus coleguinhas de terror se cansaram de protagonizar atos igualmente letais, fartamente filmados e fotografados — e puderam voltar tranquilamente para o Facebook e combinar o próximo programinha. Isso porque a sociedade civilizada cismou que não sabe combater “esse novo tipo de manifestação”. A mãe do sujeito que disparou contra Santiago, assustada, não sabia que tinha um criminoso em casa. O Brasil escondeu isso dela.

Quem se meteu a investigar os computadores dos covardes mascarados, chegando a deter alguns dos articuladores desse câncer, foi bombardeado pelos progressistas nas redes sociais. E lá ia o Brasil discutir se pode ou não pode condenar os facínoras ideológicos, deixando as mamães sem uma notícia decente de quem eram os seus pimpolhos homicidas.

Brasil, explique isso agora aos filhos de Santiago.

Não, ninguém vai explicar nada. Já estão chovendo teorias sobre o que é terrorismo, o que é black bloc, que reformas devem ser propostas ao Congresso Nacional (só rindo). Daqui a pouco o irrevogável Mercadante propõe um “plebiscito popular”, e o país volta tranquilamente à sua letargia assassina. Por falar em assassinato, os diplomatas do MST deixaram dez policiais gravemente feridos em Brasília. O Brasil está esperando um deles morrer para se horrorizar.

E o que aconteceu com os agressores? Foram recebidos em seguida por Dilma Rousseff no palácio, para um bate-papo de uma hora sobre reforma agrária. O que você está esperando para pegar sua borduna e ir atrás do que é seu?

Mas vá logo, porque o que é seu está sendo devorado rapidamente pelos amigos do povo — esses que a Primavera Burra não viu. Santiago morreu cobrindo um suposto protesto contra aumento das passagens de ônibus, e não se viu um único revolucionário ninja apontando sua revolta contra a usina de inflação do governo popular S.A. E Dilma pode ir ao aniversário do PT apoiar os mensaleiros presos — numa boa, sem nem um herói das ruas para vaiá-la na saída.

Santiago não teve sorte. Quem tem sorte no país dele é Delúbio Soares, que arrecada pela internet R$ 1 milhão em uma semana — livre de impostos e de covardes mascarados.

Fonte: O Globo, 15/02/2014

sábado, 15 de fevereiro de 2014

ESPORTISTAS DE IBITUPÃ FAZEM VAQUINHA PARA ROÇAR O CAMPO DE FUTEBOL.



Texto: Leandro Bahiah.
Imagem: Internet.

Bruno, Mário, Diego, Elson, Alisson, Takayama, Vevei, Amauri, Arthur, Leú, Orlei e Sandro.
Tem coisas que só acontecem em Ibitupã, onde o poder público e as autoridades devidamente constituídas tornam-se omissos diante de situações que são inacreditáveis e só presenciando para terem-se uma ideia do absurdo. Mas, que vale a pena prestarmos bastante atenção e não tomarem isto como normal, e que Ibitupã vai mudar, ou melhor, dizendo, que a mentalidade dos ibitupaenses mudem um dia.

Você caro internauta acha mesmo necessário que os amantes da “pelada” ou “baba” dos fins de tardes sejam obrigados a desembolsar uma quantia para que o campo de futebol seja roçado? Exatamente isso que vem ocorrendo aqui no distrito de Ibitupã. Todos que participam da pelada têm que fazer a famosa vaquinha para terem a grama roçada. O que custava um funcionário da prefeitura prestar este serviço? Cadê o dinheiro da Secretária Municipal de Esporte destinado a tais finalidades?

Quando uma “Autoridade” dar uma bola, sente-se como se aquele mimoso presente fosse produto do seu bolso e da sua enorme generosidade e que fizera um tremendo favor, e sabe o que é pior? Tem gente inocente que ainda acredita nesta babaquice. Não sabendo eles que a verba para o esporte cai religiosamente. E cadê este dinheiro? Esta é a pergunta. Foi dando um uniforme, uma bola e uma caixa de cerveja que muitos se elegeram. E os outros nem bola deram, literalmente. E conseguiu o seu tento.

Como ficar quieto diante de tais absurdos! Todavia, alguns vão pensar ou até dizer: - Isto é politicagem. Enganam-se quem pensa nesta asneira. Se cobrar direito, denunciar abusos e exigir esclarecimentos é politicagem, mais uma vez enganam-se. Chegará um dia que quando uma Autoridade der uma bola não será um mimo com o dinheiro do povo será apenas uma prestação de serviço. 

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ENTRE A VERDADE E A ALUCINAÇÃO

 Por:  Pr. Ricardo Gondim

Sinto pena dos crédulos. Homens e mulheres ingênuos me constrangem. Lamento o semblante triste dos que lotam magníficas catedrais no aguardo de promessas que nunca se cumprirão. Estou consciente de meu insucesso em alertá-los. A armadilha religiosa preparada para eles é bem mais ardilosa do que imaginam. O processo de alienação é sutil. Muitos incorporaram a lógica do me engana que eu gosto.

Se pudesse, advertiria: o mundo protegido dos sermões não existe. No País da Alice talvez fosse possível viver sem o perigo dos acidentes, sem a possibilidade da frustração, sem contingência ou sem risco.

Se pudesse, advertiria: não é verdade que tudo vai dar certo. Para muitos (cristãos inclusive) a vida já não deu certo. Muita gente morreu em campos de concentração. Outros, além de nunca escaparem da miséria, foram ceifados prematuramente. Quantas mulheres viram os maridos agonizarem sob tortura? Pais choraram em cemitérios com a perda precoce dos filhos. Gostaria poder dizer aos simples que vários passaram por esta vida sem terem as promessas de Deus cumpridas.

Se pudesse, advertiria: milagres só acontecem aos borbotões nos delírios dos falsos sacerdotes. A regularidade da vida exige o realismo do cotidiano. Os tetraplégicos terão de esperar pelo milagre da medicina. Quem sabe, um dia, os experimentos com células tronco consigam regenerar os tecidos nervosos que se partiram. Crianças com Síndrome de Down merecem ser amadas sem a pressão de terem que ser curadas. Os amputados não devem nutrir a expectativa de verem pernas ou braços crescendo de volta. Para eles, resta a cibernética inventar próteses eficientes.

Se pudesse, advertiria: só oportunistas inescrupulosos prometem riqueza em nome de Deus. Em um país que remunera o capital acima do trabalho, torneiros mecânicos, motoristas, cozinheiros, enfermeiras, pedreiros e professoras terão dificuldade para quitar as contas da família. Mente quem reduz a religião a um processo sobrenatural – mágico – de ascensão social.

Se pudesse, advertiria: nem tudo tem um propósito. Eu denunciaria a morte de bebês na unidade de terapia intensiva do hospital público como pecado. O descaso nunca é da vontade de Deus; não permitiria que teólogos creditassem na conta da providência o rio que virou esgoto, a floresta incendiada e o abandono da favela; jamais aceitaria a explicação do acidente automobilístico, provocado por um bêbado, como uma vontade permissiva de Deus.

Se pudesse, advertiria: vivam uma espiritualidade menos alucinatória. Eu anunciaria que não adianta dourar o mundo com desejos fantasiosos. A vida se impõe para além da alucinação. Assim como o etíope não muda a cor da pele, ninguém altera a realidade, fechando os olhos. Confessar um devaneio milhões de vezes não produz o paraíso.

Estou consciente de que não serei ouvido pela grande maioria que prefere o frenesi do auditório religioso. Um chavão, mesmo desconexo da vida, é mais bem absorvido que uma verdade. Resta-me continuar a escrever… talvez uns poucos prestem atenção.

Fonte: www.ricardogondim.com.br

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

DELÚBIO PARA O BANCO CENTRAL

 Por: Guilherme Fiúza

O Brasil está preocupado à toa com a inflação estourando a meta, com os aumentos escorchantes das mensalidades escolares e de todos os preços não administrados, com a disparada do dólar, a subida dos juros e o crescimento pífio. Os brasileiros votam no PT há um tempão e, mesmo assim, ainda não aprenderam que, com os petistas no poder, não há risco de faltar dinheiro. Foi preciso uma demonstração de força dos mensaleiros presos para acalmar o mercado.

As estrelas encarceradas do PT, como se sabe, são muito influentes. Ao longo de todo o arrastado processo do mensalão, passando anos na condição de réu, e mesmo depois de denunciado por corrupção ativa e formação de quadrilha, José Dirceu levou vida normal. Ou melhor: levou vida anormal, para um réu acusado de crimes tão graves. Na penumbra ou à luz do dia, sua mão continuou a ser beijada por políticos em geral, aí inclusos governadores e ministros de Estado. Os aniversários de Dirceu nunca deixaram de ser uma alegre reunião de cúpula da república petista & associados.

O Brasil achou isso tudo normalíssimo. Por que governadores e ministros corriam o risco do desgaste de ir beijar a mão de Dirceu, um político proscrito, acusado de chefiar o maior esquema de corrupção da história da República? Não bastaria puxar o saco de Lula e de Dilma para cativar o lugar no Olimpo petista? Um mistério. Igualmente misteriosa foi a campanha para reintegrar Delúbio Soares ao PT. O ex-tesoureiro acusado de operar o mensalão com Marcos Valério tinha sido expulso do partido após o estouro do escândalo. Recebeu assim o carimbo de culpado dos próprios companheiros. Por que o PT inteiro se mobilizou para trazer de volta essa figura queimada, publicamente associada à ladroagem dos cofres públicos? Outro mistério.

Com o andar da carruagem e a desenvoltura dos condenados que cerram os punhos para o céu, esses mistérios deixam de parecer tão misteriosos. Por que o governo popular e o partido do Lula, ou vice-versa, não evitam os presidiários mensaleiros nem em véspera de eleição, com todo o desgaste que isso pode trazer? É simples. Porque os mensaleiros têm o dom de fazer aparecer dinheiro quando e onde os companheiros precisarem.

O ex-expulso Delúbio mostrou à nação o que é o verdadeiro poder econômico. Condenado a pagar uma multa de R$ 466.888 pelos crimes do mensalão, Delúbio arrecadou – em pouco mais de uma semana – a bagatela de R$ 1 milhão. Mais que o dobro do necessário, em tempo recorde, para mostrar, de uma vez por todas, que dinheiro não é problema neste país – pelo menos para quem tem estrela no peito e sabe poupar.

Antes de montar seu site para doações, Delúbio já começara a forrar seu caixa com um adiantamento oferecido pelo PT, extraído do que sobrara da arrecadação de mais de meio milhão de reais para pagar a multa de José Genoino. Como se vê, o dinheiro sobra. A formidável sobra de Delúbio será repassada aos caixas de José Dirceu e João Paulo Cunha, e assim por diante. As astronômicas multas do mensalão não fizeram nem cócegas nas finanças dos mensaleiros. É quase como se fossem bem-vindas, um estímulo a mais para os companheiros mostrarem que país rico é país sem pobreza – e partido rico é partido com o tesoureiro certo.

O dinheiro desviado pelo escândalo do mensalão – algo em torno de R$ 150 milhões, até onde o Ministério Público conseguiu enxergar ninguém sabe onde foi parar. Apesar do julgamento apoteótico no Supremo tribunal Federal, o processo revela apenas que R$ 32 milhões foi a quantia flagrada em distribuição para os companheiros leais. O resto da dinheirama lavrada pelo valerioduto nos cofres da nação, e entregue ao PT, sumiu.

O sucesso arrebatador da arrecadação de Delúbio e seus amigos vem comprovar mais um admirável equilíbrio da natureza: se há o dinheiro que some, há o dinheiro que aparece.
O Brasil está perdendo tempo em discussões intermináveis sobre política macroeconômica, terremoto cambial, drenagem de investimentos nos mercados emergentes -especialmente os emergentes que maquiam suas contas. Nada disso é problema. É hora de mandar às favas os escrúpulos de consciência e botar Delúbio Soares na presidência do Banco Central. Chega de intermediários.

Fonte: Época

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CAMINHANDO

Por: Pericles Gomes.
Imagem: Internet.

Parti em busca de um rasgo novo, de um mandamento antigo. Não que eu queira agora já no meio do caminho, pegar o primeiro atalho que aparecer. É que não estou mais certo, de certas convicções. Sendo assim não resta outra alternativa, se não angariar novas esperanças e reviver sonhos adormecidos.

Fascinações pretéritas não me assombram, questiúnculas mal resolvidas, não mais se resolveram. Quero começar tudo de novo amanhã, na perspectiva de realizar ontem. Presente, passado, futuro não é tempo. São apenas nomes. E nomes podem ser trocados. Desafio a me provarem do contrário. Neste caso portanto troco meu futuro por você, meu passado para te ver e meu presente para te ter.

Como um bêbado na corda bamba da vida, sigo em frente sem saber ao certo, o resultado desta minha travessia. Caindo do despenhadeiro a morte me encontra. Contudo, se atravesso permaneço intacto,  apesar do risco acabrunhado.

Sem guia para me mostra o caminho, encontrei minha jornada. Quero está perto do cheiro das flores, dos cantos aves, da água de cachoeira, do velho fogão à lenha, dos meus amigos e dos meus amores. E cantar a aquela canção (Caminhos) do Raúl e do Paulo:

Você me pergunta
Aonde eu quero chegar
Se há tantos caminhos na vida
E pouca esperança no ar
E até a gaivota que voa
Já tem seu caminho no ar
O caminho do fogo é a água
O caminho do barco é o porto
O do sangue é o chicote
O caminho do reto é o torto
O caminho do bruxo é a nuvem
O da nuvem é o espaço
O da luz é o túnel
O caminho da fera é o laço
O caminho da mão é o punhal
O do santo é o deserto
O do carro é o sinal
O do errado é o certo
O caminho do verde é o cinzento
O do amor é o destino
O do cesto é o cento
O caminho do velho é o menino
O da água é a sede
O caminho do frio é o inverno
O do peixe é a rede
O do vil é o inferno
O caminho do risco é o sucesso
O do acaso é a sorte
O da dor é o amigo
O caminho da vida é a morte!

"E você ainda me pergunta:
aonde é que eu quero chegar,
se há tantos caminhos na vida
e pouquíssima esperança no ar!
E até a gaivota que voa
já tem seu caminho no ar!"

O caminho do risco é o sucesso
O acaso é a sorte
O da dor é o amigo
O caminho da vida é a morte!

Quero um final de tarde para tomar café com os amigos. Quero inspiração para escrever minhas poesias. Quero ter a quem amar e ser amado. E quero à alegria da criança que ganhou o brinquedo, da avó que ganhou um abraço do neto, do jovem que passou no vestibular e do torcedor que viu seu time ser campeão.

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.



Fonte: pericleskinho.blogspot.com.br

sábado, 8 de fevereiro de 2014

PE. VALDO COMEMORA NESTE SÁBADO 5 (CINCO) ANOS DE ORDENAÇÃO PRESBITERAL.

Texto: Leandro Bahiah.
Foto: Arquivo Pessoal.


Neste sábado (08), será festejado em Ibicuí (BA), o aniversário de 5 (cinco) anos de Ordenação do padre Ariosvaldo Aragão (Valdo). Na oportunidade será celebrada uma Missa que estará prevista para as 18 horas, e em seguida será oferecido um jantar preparado especialmente pela comunidade ibicuiense
O padre Ariosvaldo Aragão está muito feliz pela ocasião festiva e conta com a presença de todas as comunidades que fazem parte da Paróquia São Pedro a se fazerem presentes na celebração.
Desde que chegou a Ibicuí o padre tem desempenhado um papel fundamental na vida das pessoas, é um padre aberto ao diálogo, principalmente com os jovens e que encara as adversidades com alegria e sabedoria. Neste dia importantíssimo para ambos, ou seja, tanto para o padre quanto para a comunidade. 
Parabéns padre Valdo Aragão pelos cinco anos de Ordenação! A comunidade ibitupaense felicita-o com grande júbilo. 

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

FALECEU NA NOITE DE QUARTA O IBITUPAENSE MIRO PINOTE.



Texto: Leandro Bahiah
Imagem: Internet.

Na noite de quarta (05) às 22h40 faleceu no distrito de Ibitupã o senhor conhecido como Miro Pinote, vítima de complicações de saúde, depois de dar entrada no PSF, na Praça Valvy Malta Veiga. O ibitupaense Miro Pinote deixa esposa, filhos (as), netos (as) e amigos (as).

Deixa o seu exemplo de caráter, de pai e chefe de família que com o seu trabalho e dedicação fez muito por Ibitupã. Um cidadão ilustríssimo que deixará saudades a todos aqueles que gozavam da sua intimidade e amizade.

O seu sepultamento será nesta quinta (06) às 16 horas. A esposa Dona Firme e aos filhos e profs. Jerfeson Souza, Eliede Souza e Alex, o Ibitupã News deseja a família enlutada sincero sentimentos de pêsames e solidariedade e piedade cristã.

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.