quarta-feira, 12 de março de 2014

BIÓLOGOS ASSUMEM QUE "HOMO SAPIENS" ESTÁ PASSANDO POR UMA EVOLUÇÃO INÉDITA

Não dá para negar: o ser humano atual está mais alto, mais gordo, sexualmente precoce e menos fértil. Segundo o Biólogo Jean-François Bouvet, os humanos vem apresentando indícios de uma evolução inédita, que ele chama de “retroevolução”. Acredita-se que pela primeira vez na história, as modificações causadas pelo homem no ambiente é o principal fator desta evolução, superando a seleção natural, de Darwin.
Pela primeira vez, depois do 200 mil anos de existência, a multiplicidade de mudanças e transformações afetam diretamente a nossa espécie em diversos âmbitos. Um estudo mostrou que a estatura dos franceses, por exemplo, aumentou em quase 5 centímetros em trinta anos, enquanto a proporção de obesos quase dobrou nos últimos 15 anos, atingindo 15% da população.
Outro exemplo diz respeito a chegada precoce da puberdade, principalmente entre as meninas. Um estudo realizado nos Estados Unidos mostra que uma menina branca em cada dez e uma menina negra em cada quatro atingem a puberdade aos sete anos. De fato, é bastante evidente, se comparado com nossos avós, que a menorreia tem surgido cada vez mais cedo.
A contagem de espermatozoide dos homens em idade fértil caiu 40% nos últimos 50 anos e isso coloca a fertilidade em “queda livre”. Além disso, os homens tem apresentado uma redução considerável dos níveis de testosterona e por isso apresentam uma suavização dos traços associados a masculinidade. Ou seja, o homem está cada vez mais aparentemente afeminados.
Será o início do fim? Por sorte, a medicina moderna já encontrou solução para evitar que o ser humano entre em extinção nas próximas centenas de anos. Hoje já é possível fabricar espermatozoides em laboratório a partir de células-tronco (já realizado em ratos) e para os próximos 50 anos, estuda-se o útero artificial.
Fontes: [ Info/Diário de Biologia ]

ALUNOS SÃO LIBERADOS MAIS CEDO POR FALTA DE MERENDA EM IBICUÍ.

Na manhã desta segunda-feira em Ibicuí os alunos da rede municipal de ensino foram liberados mais cedo por conta da falta de merenda escolar. O curioso é que o governo federal repassa os recursos financeiros destinados à alimentação escolar dos alunos da educação básica de escolas públicas de todo o País.

 

O repasse é realizado diretamente aos estados e municípios. É o que comumente se chama de verba “carimbada”, e mesmo assim as escolas Ibicuí estão sem merenda.

 

O vereador Lega Alves (PV), as escolas estão sendo obrigadas a liberarem os alunos mais cedo pela falta da merenda, e citou que ainda essa semana a secretária de educação será convocada a prestar esclarecimento na câmara.

 

Fonte: Blog Políticos do Sul da Bahia.

 


terça-feira, 11 de março de 2014

EX-PREFEITO DE FIRMINO ALVES PADRE AGNALDO INDICA 10 PESSOAS PRA TRABALHAR NA PREFEITURA DE IBICUÍ

O ex-prefeito de Firmino Alves, Padre Agnaldo (PSD), está na expectativa de sair a nomeação de seus indicados na prefeitura de Ibicuí. O mesmo indicou 10 pessoas para a prefeitura, em contrapartida vai apoiar o deputado estadual Coronel Santana (PTN).

 

A prefeita de Ibicuí, Gilnay Santana (PTN), que é irmã do Coronel Santana, até o momento não nomeou os indicados do Padre, por isso o mesmo já está ficando insatisfeito com a demora.

 

Já o Padre Agnaldo vai enfrentar uma certa rebelião dentro do seu grupo político, pois com apenas 10 cargos, a lista dos indicados tem que ser bastante criteriosa.

 

Fonte: Políticos do Sul da Bahia


VIDA NORMAL PARA A EX-QUADRILHA

 Por: Guilherme Fiúza

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, foi visitar José Dirceu na prisão. Era uma visita clandestina, que acabou descoberta. Agnelo confirmou o encontro com o chefe da ex-quadrilha do mensalão (o STF determinou que o bando seja tratado doravante como coautoria, o que fica mesmo mais elegante). Agnelo explicou que participava de uma inauguração ali perto, e aproveitou para fazer uma inspeção na Papuda. Aí, esbarrou com Dirceu.

Foi, portanto, um encontro casual, como outro qualquer. Se Agnelo estivesse vagando pela Marquês de Sapu-caí, poderia ter esbarrado na Sabrina Sato. Como o role-zinho era no presídio da Papuda, esbarrou com José Dirceu. Cada macaco no seu galho. A única coisa estranha nessa história é a reação do Brasil a ela.

A oposição reclamou, disse que a visita não programada afronta o sistema penitenciário e as sanções por ele firmadas. A oposição é uma mãe. O que incomodou os adversários do PT foi o “privilégio” de Dirceu, ao receber Agnelo na cadeia. Com uma oposição dessas, dá para entender por que o PT vai para 16 anos no poder.

O governador do Distrito Federal visita clandestinamente na cadeia um criminoso, que por acaso é do seu partido, que por acaso foi condenado por corrupção não num desvio pessoal, mas no exercício da política partidária, exatamente aquilo que o liga a seu visitante. Um governador filiado ao PT foi visitar um ex-ministro também filiado ao PT, preso por roubar o contribuinte. Sobre o que eles conversaram? Agnelo foi dar um pito em José Dirceu, dizendo-lhe que nunca mais repita isso? E que, enquanto ele não se regenerar e cumprir toda a pena, não é mais seu amigo?

Seria interessante saber. Porque, se não foi isso, se não houve reprimenda, nem conflito, o que houve? Solidariedade? Não, não é possível: um governador não pode ir à cadeia apoiar um político condenado por corrupção. Seria um escândalo. Se também não foi isso, o que aconteceu no tal encontro casual? Falaram sobre Neymar e Bruna? Cauã e Grazi? Sobre o último esquete do Porta dos Fundos?

Depois, esse Brasil abobado e carnavalesco não sabe por que os companheiros representantes do povo pintam e bordam. Agnelo, o dublê de governador e cortesão de mensaleiro, deveria ser interrogado – pelo Congresso Nacional, pelo Ministério Público ou pelo raio que o parta. Deve explicações pormenorizadas sobre o seu encontro obscuro, em pleno exercício do mandato, com o parceiro condenado. Se nada explicar, autorizará a suposição de que Dirceu continua seu chefe político e que a ex-quadrilha é bem maior do que aquela julgada pelo STF.

Um indivíduo citado pelo bando de Carlinhos Cachoeira como o “01 de Brasília”, que permaneceu no cargo de governador imune aos graves indícios, graças à implosão da CPI do Cachoeira e à alergia dos brasileiros a investigações longas, deveria ser no mínimo receoso. Mas essa turma já não tem receio de nada, porque depois de toda a pilhagem volta a se encher de votos, na mais perfeita lavagem de reputação proporcionada pela maravilhosa democracia brasileira. Fora um camicase, como Roberto Jefferson, ou um franco-atirador, como Joaquim Barbosa, o terreno está sempre limpo – lavou, está novo.

O Supremo diz que os mensaleiros não formaram uma quadrilha, o governador visita o chefe na cadeia, e o Brasil chupa o dedo. Tudo certo. Se os companheiros formassem uma quadrilha, não bastaria operar dentro do mesmo partido, com o mesmo despachante, com os mesmos prepostos estatais (um deles está na Itália, esperando uma visita casual do companheiro Agnelo). Não bastaria montarem juntos um mesmo esquema de sucção de dinheiro público para o caixa partidário, com o mesmo tesoureiro coordenando tudo, as mesmas salas e as mesmas secretárias. Só configuraria formação de quadrilha se todos eles usassem aquela mesma máscara dos Irmãos Metralha – e isso, o ministro Luiz Roberto Barroso deixou claro, com todo o seu lirismo, não aconteceu.

Enquanto Agnelo esclarecia que esbarrou por acaso com Dirceu no xadrez, a ex-ministra Gleisi Hoffmann esclarecia que quem salvou o Plano Real foi o PT. Viva a verdade bolivariana, que o Brasil consagrou.

Fonte: Época

segunda-feira, 10 de março de 2014

A DOR DAS DESPEDIDAS

Por: Pericles Gomes.
Foto: Pericles Kinho.
 
Ainda não me acostumei com despedidas. São sempre doídas. Finjo que entendo os motivos que levam alguns amigos a partirem. Mas meu coração afetuoso, não compreendi de jeito nenhum. Vivo sempre tensionado entre a razão e o coração. E confesso para vocês que em mim tudo é coração e nada razão.
Perdi as contas de quantos vezes precisei chorar pela partida de tantos amigos/irmãos. As consternações são diluídas, quando aparecem os motivos, as explicações. (Mas mesmo assim a dor continua lancinante). Normalmente eles (os motivos) são parecidíssimos, para não dizer iguais.
É a falta de emprego, a falta de acesso a Educação (faço questão de de colocar educação com E, maiúsculo), as oportunidades que não surgem, uns poucos usurpando nossa Ibitupã sem que nada possamos fazer... E por ai vai.
Somente este ano é incontável o número dos que se foram. E ainda outros tantos já estão com as malas arrumadas, e muito em breve partem. Partem levando consigo a dor. Todos os que se foram e todos que ainda irão, são unânimes em dizer que foram ou vão, mas se pudessem ficariam.
Só na semana passada dois se foram, Arthur e Ian. O abatimento estava estampando no rosto dos meninos. Deles e de seus amigos. Sofre quem parti e sofre quem fica. O desgosto era eminente. As lágrimas não cessavam, a tristeza era notória. Eles se foram prometendo que muito em breve voltariam.
A esperança de voltar, sempre é maior que a dor da partida.
Quantos outros ainda terão que partir? Quantas lágrimas ainda cairão, para que este êxodo se acabe ou pelo menos diminua? Preparamos a mão de obra e qualificamo-la (para construir a tão desejada Ibitupã) e entregamos de graça (o que é pior) para os grandes centros. 
Termino perguntando: Quantos outros Ians e Arthurs precisaremos perder, para quê a gente comece a se importar com isso?
Sinceramente torço, para que isso acontece com maior brevidade possível. Caso contrário, estaremos fadados ao fracasso. E ao invés de mãe, Ibitupã se torne ainda mais uma madrasta cruenta e pouco interessada com seus filhos.  

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.

Fonte: pericleskinho.blogspot.com.br

domingo, 9 de março de 2014

O PROBLEMA DE IBITUPÃ SÃO AS PONTES.

Texto: Leandro Bahiah.
Imagem: Internet.

A partir de agora, os distritos passarão a contar com visitas de uma Assistente Social e de um Advogado. Declarou uma funcionária da prefeitura, a uma fonte do IN. Em Ibitupã o atendimento será na Subprefeitura que está localizada na Praça Valvy Malta Veiga. A funcionária disse mais, que esta é uma política implantada pela prefeita Gilnay Santana (PTN/Ibicuí).

Que bom que a prefeita viu a distância não somente física dos distritos para sede, como o seu abandono de muitos anos por parte das autoridades. A atitude da prefeita é louvável e merece destaque e como o IN é imparcial sabe reconhecer quando se trata de uma bela iniciativa.
  
Ninguém sabe se a ideia foi da prefeita, contudo, ela soube ouvir, e acertadamente tomou uma decisão que ninguém saiu perdendo. Um (a) Gestor (a), que não sabe ouvir é uma desgraça e a prefeita mostrou-se com seus atos e atitudes que sabe escutar, é uma virtude que é muito prezável ultimamente.

Sabe por que Ibitupã está deste jeito: Como um pedinte dependente? Por causa da Ponte. Das Pontes! Tudo que é para beneficiar Ibitupã tem que passar pela Ponte. A Ponte liga os distritos à sede, não se sabe se é a mesma situação de Água Doce. Todavia, a Ponte é humana. Tem virtudes e defeitos como todo ser humano: Tem ciúme e quer atenção, rancoroso (a), quer tirar proveito.

Não é de hoje que é praticada esta política. Não sei informar se tem influência do coronelismo. A política da dependência, do toma lá da cá, da submissão. Isso será cobrado na hora do voto, mesmo que indiretamente. Os humildes lembrarão-se dos salvadores, farão um exame de consciência e verão que terão uma divida com os potentados. Um caixão doado, marcação de um exame, e por aí vai.

- Você sabe me dizer se o prefeito conseguiu o carro, Ponte? - pergunta o jovem.

- Eu nem sabia disso... Vocês deviam me procurar, tudo em Ibitupã tem que passar por mim. - reponde a Ponte indignada.

E assim, o tempo passa, as pessoas passam e tudo continua na mesma. Pois a Ponte não tem interesses de mudar este quadro. E quando o negócio aperta, tira o corpo fora e joga no colo do gestor (a) municipal. Porque na hora do voto, a Ponte dá um jeito, não será muito fácil encontrar despolitizados por aí. Mas, chegará um dia que o povo perceberá: "Que nem só de Ponte vive o homem, mais de todo o trabalho desinteressado da mesma". Quem diria? O problema de Ibitupã são as Pontes.
  
Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.

sábado, 8 de março de 2014

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

As feministas que me perdoem mas esse papo que mulheres são iguais aos homens é pura conversa. 

Somos diferentes, pensamos diferentes, sentimos diferente, falamos diferente. Temos uma maneira diferente de rir, olhar, conquistar, amar, urinar, sentir prazer. 

Gostamos de divagar, conversar, ouvir histórias, aconselhar, chorar, experimentar roupas novas, bater papo na cozinha. 

Amamos novidades, brilho, cores, chocolate, batons, brincos, colares, sapatos, e ainda assim simplesmente a-d-o-r-a-m-o-s vestir uma camiseta velha, um jeans gasto e um par de tênis e desfilar displicentemente por lugares apinhados de gente. 

E sai da frente se estivermos na TPM. Fervilham hormônios, o corpo incha, a cabeça dói, os olhos ficam estreitos e ferozes e palavras ácidas são atiradas para todos os lados. São dias de terror. 

Somos mais sensíveis, não mais choronas. É que devido à retenção de água que ocorre no organismo quando estamos “naqueles dias” surge a necessidade de eliminar o excesso, daí a profusão de lágrimas que vertemos. 

Somos ainda as guardiãs da vida, receptáculos divinos da criação, capazes de abrigar em nosso próprio corpo a gênese do homem. Defendemos nossas crias com garras afiadas e as amamos tão intensamente como se elas fossem desaparecer para sempre no segundo seguinte. 

Gostamos de nos sentir protegidas para compensar porque, conscientemente ou não, nossa missão eterna é a proteção e o cuidado com os outros: cuidamos das amigas que foram magoadas, dos companheiros estressados ou doentes, dos pais idosos a quem lhes falta atenção, dos filhos que querem colo, ainda que tenham crescido o suficiente para não caberem mais nele. E da limpeza do lar, do alimento, das tarefas da escola das crianças, da febre da caçula, do dor de cotovelo da mais velha, do machucado do pequeno atleta, da nota baixa, do dono da voz angustiada que grita mamãe ao acordar de um pesadelo noturno e nos faz correr para sua cama na velocidade da luz e com o coração quase paralisado de susto. 

Somos diferentes mas isso não faz nenhuma diferença quanto ao direito de sermos respeitadas como pessoas e profissionais. É dessa diferença que as relações se equilibram, se completam, se encaixam e revelam sua beleza e sua funcionalidade, cada qual com seus talentos e suas carências, como um caleidoscópio criando belas imagens apenas com fragmentos coloridos. 

São esses seres tão diferentes, que sangram, que parem, que choram, que amam, que se doam, que lutam, que sonham, que sofrem e que sabem tão bem o significado das palavras reconstruirrenunciarresignar, que recebem o merecido nome de MULHER

Mais que 
Uma
Luz
Há ali uma
Estrela em
Repouso.


sexta-feira, 7 de março de 2014

TRÁFICO INTERNACIONAL DE MULHERES

Mais de 20 milhões de pessoas são traficadas no mundo. O número assustador foi revelado ontem pelo arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, durante o lançamento da Campanha da Fraternidade 2014, na Catedral Basílica. O tema deste ano é “Fraternidade e Tráfico Humano”, que tem como objetivo levar o assunto para discussão dentro da sociedade. “Esse tipo de crime torna as pessoas indefesas, invisíveis e fragilizadas. Nosso papel é ajudá-las a encontrar um caminho e a buscar soluções contra esse mal”, afirmou Dom Murilo. Na Bahia, 26 cidades são rota de tráfico de mulheres. A informação é da advogada Regina Machado, que ficou surpresa com o tema da Campanha. “Sempre esperei que a Igreja falasse neste assunto. Este ano, o Brasil vive um momento propício por causa da Copa do Mundo, e esse é o momento ideal para alertar as pessoas sobre um crime ainda considerado invisível”, declarou Regina, que também é coordenadora do núcleo de enfrentamento do tráfico de pessoas na Bahia. Dentre as cidades baianas que mais aliciam mulheres estão importantes polos turísticos como Porto Seguro, a região de Camaçari, o Litoral Norte, Morro de São Paulo e Salvador. A advogada explica que “são locais que atraem muitos estrangeiros, inclusive os que fazem parte da máfia internacional do tráfico”. Ainda segundo Regina Machado, as vítimas recebem promessa de emprego no exterior, com salários muito altos, mas quando elas chegam à Europa, principalmente Espanha e Portugal, a história muda.

Fonte: Giro em Ipiaú

quinta-feira, 6 de março de 2014

JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS: HOMEM É MORTO POR CAUSA DE ESTUPRO QUE NÃO COMETEU.

Moradores do bairro fizeram justiça com as próprias mãos, mas exame comprovou que não houve abuso.

A acusação não comprovada de estupro de três enteadas pode ter custado a vida do auxiliar de serviços gerais Marcelo Pereira da Silva, de 31 anos. Ele foi morto a tiros, na manhã de ontem, no bairro Ilha dos Aires, em Vila Velha, um dia depois de ter sido acusado de abusar das crianças.

Esse fato, segundo a polícia, pode ter motivado o assassinato. No entanto, de acordo com a polícia civil, as meninas - de 11, 10 e três anos - foram submetidas a exame no Departamento Médico Legal (DML), que não comprovou o estupro.

Marcelo já havia sido agredido por moradores do bairro na quarta-feira, quando sua ex-namorada, mãe das crianças, denunciou o abuso. Na ocasião, foi socorrido pela polícia militar e liberado depois que o laudo não comprovou o estupro.

No entanto, na manhã de ontem, homens armados quebraram o portão da casa da atual namorada da vítima, subiram até o segundo andar da residência, invadiram o local e executaram Marcelo com mais de 20 tiros. Em seguida, eles saíram do local correndo.


Familiares afirmam que o auxiliar era inocente da acusação de abuso. De acordo com a mãe da vítima, a dona de casa Rosalina da Silva, a ex-namorada do filho o procurou na manhã de quarta pedindo para ele tomar conta das enteadas de 11, 10 e três anos, enquanto ela trabalhava.

O auxiliar de serviços gerais teria chamado a atenção da menina mais velha, que não teria gostado. Ele levou as crianças até a escola e depois foi para a casa da mãe, no mesmo bairro. Na escola, a garota disse aos colegas de turma que o padrasto havia estuprado ela e as irmãs, enquanto a mãe estava fora.

As crianças foram até a professora e contaram o que tinham ouvido. A mulher então, avisou a diretora da escola, que acionou o Conselho Tutelar. “Depois disso, a fofoca se espalhou pelo ar e todo mundo do bairro já estava sabendo”, contou a mãe de Marcelo.

As meninas foram levadas para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha, e de lá, encaminhadas para exames de conjunção carnal, no Departamento Médico Legal.

Depoi

s de medicado - após ser agredido por populares - Marcelo também foi para o DPJ. Segundo a Polícia Civil, ele permaneceu no local até de madrugada, quando por volta das 4 horas foi liberado, após o resultado do exame médico comprovar que as meninas não haviam sofrido abuso.
301977 visitas - Fonte: Gazeta Online

quarta-feira, 5 de março de 2014

DR. VICTOR JANDINES ALAYO TERÁ A SUA DISPOSIÇÃO A QUANTIA DE 3 MIL REAIS, COM A NOVA POSIÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE.

Por: Leandro Bahiah.
Imagem: Internet.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou nesta sexta-feira (28/2) que o valor recebido pelos cubanos que atuam no programa Mais Médicos no Brasil será alterado. A partir de março, eles receberão US$ 1.245, o equivalente a cerca de RS 3 mil, conforme adiantou o Correio no início do mês. As negociações com o governo de Cuba foram no sentido de alterar a lógica de pagamento. Os cubanos recebiam US$ 1.000 -- US$ 400 no Brasil e outros U$ 600 na ilha caribenha --, que passarão a ser recebidos aqui. O aumento efetivo do salário, então, foi apenas de US$ 245, que deixarão de ser repassados aos cofres de Cuba.

Segundo Chioro, as negociações para a mudança do pagamento estavam em curso desde o fim do ano passado. Ele afirma que essa é uma demanda da presidente Dilma Rousseff para que os cubanos tivessem condições dignas de vida no país. “Usamos como referência o valor do médico residente no Brasil”, disse o ministro. O contrato com Cuba é intermediado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que repassa US$ 10 mil por profissional, o mesmo valor recebido integralmente por outros participantes do programa. 

Fonte: Correio Braziliense.
Um desses beneficiados é o médico cubano, Dr. Victor Jandines Alayo que atende no PSF de Ibitupã e que vem ganhando elogios dos ibitupaenses. 

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.


MITOS E VERDADES SOBRE A MAÇONARIA.

Emilson Alano de Carvalho: A maçonaria não é seita ou religião. Embora, um dos princípios básicos para ser maçom é que a pessoa acredite em um ser superior, Deus! Nas reuniões, não são debatidas religião e política.

Zahyra Mattar
Tubarão


Emilson Alano de Carvalho
Notisul - De onde surgiu a maçonaria?
Emilson
- Esta é a pergunta que todos fazem e também a mais difícil de responder (risos). É que não há registros categóricos do início. A maçonaria vem de outras ordens como os Templários, por exemplo, é uma espécie de evolução. A Ordem Maçônica começa a contar a partir de 1717 quando, na Inglaterra, juntaram-se pessoas para construir catedrais. Maçom significa pedreiro.

Notisul - Como dividem-se as potências?
Emilson
- No Brasil, existe a potência Grande Oriente Brasil, da qual nós fazemos parte, assim como todos os outros irmãos do país. Depois, em Santa Catarina, temos duas grandes potências: a Grande Loja de Santa Catarina e o Grande Oriente de Santa Catarina. Potências nada mais são do que organizações administrativas. Os princípios, os objetivos são os mesmos em todas as potências.

Notisul - E quem administra esta estrutura toda?
Emilson
- Dentro da ordem, existe uma hierarquia. Fica mais fácil de entender se comparar com a política, ainda que a maçonaria não tenha absolutamente nada a ver com política: tem um “presidente”, que seria o soberano grão-mestre. Ele é o “chefe” da potência Grande Oriente do Brasil. Depois, temos um “governador”, que é o eminente irmão grão-mestre. Ele administra a Grande Loja de Santa Catarina. Então, tem um “gerente regional”, que são os delegados de circunscrição, que é o meu caso.

Notisul - Por que a denominação lojas? Quantas lojas existem em Tubarão e na região?
Emilson
- É a denominação dada para agrupar um número de membros. Nos reunimos em um templo e, dentro dele, podem existir várias lojas. Em Tubarão, temos três templos que abrigam, juntos, 11 lojas maçônicas. Por exemplo, naquele templo da Vila Moema, que é o mais conhecido, existem três lojas. Na região, temos 19 lojas. Cada loja agrupa, aproximadamente, 40 membros.

Notisul - Quem vê fotos ou vai a um templo maçônico vê uma série de símbolos: chão quadriculado, pedra, um olho em cima de um altar. O que significam?
Emilson
- O grande foco da loja maçônica é o aprimoramento, o desenvolvimento cultural e espiritual. Para facilitar este aprendizado, ao longo da história da ordem, utilizamos alguns símbolos. Por exemplo: utilizamos um triângulo para remeter a três importantes linhas da vida: a liberdade do homem, a igualdade e a fraternidade. Estes são três grandes princípios da maçonaria e, nas reuniões, fica mais fácil transmitir a mensagem através destes símbolos. O chão quadriculado, por exemplo, significa a diversidade do globo e das raças e da oposição de diversos contrários (bem e mal, espírito e corpo). A pedra simboliza as imperfeições do espírito e nos lembra aquilo que precisamos corrigir. O olho significa o ser supremo que nos guia.

Notisul - Mesmo com uma maior abertura hoje em dia, a maçonaria ainda é cercada de mitos para a maioria das pessoas. O que faz um maçom?
Emilson
- O objetivo do maçom é buscar uma oportunidade, um momento, um espaço, para se conhecer interiormente. Na realidade, o grande trabalho da ordem é justamente este: o aperfeiçoamento do ser humano, de si mesmo. Primeiro, temos que nos aperfeiçoar para depois doar algo, ensinar algo. A grande dificuldade das pessoas é justamente se conhecer para depois conhecer os outros: olhamos e logo traçamos um pré-conceito.

Notisul - É verdade que maçom só ajuda maçom?
Emilson
- É verdade que maçom trabalha para si mesmo: preparando-se, vai ajudar a sua família. Para nós, a nossa família, em um primeiro momento, são os maçons. Como nossos princípios estão fundamentados na evolução do ser humano, procuramos crescer espiritualmente para, primeiro, ajudar nossa família de sangue, depois a nossa família da loja, a família do bairro, da cidade, do estado, e assim por diante. Então, é um mito que maçom só ajuda maçom. Não! Maçom de princípio mesmo ajuda a todos, mas cada qual dentro das possibilidades e no tempo certo.

Notisul - De onde são tirados estes ensinamentos?
Emilson
- Esta é a nossa constituição (o professor estava com um livrinho azul). Mas aqui não tem nada de ensinamento. O que tem de ensinamento está no livro sagrado, que pode ser a Bíblia ou outro conforme a crença. Acho que aqui em Tubarão a maioria das lojas deve utilizar a Bíblia, mas não há relação religiosa, então, cada um pode usar qualquer escritura sagrada que desejar.

Notisul - Então, não há preconceitos com religiões?
Emilson
- Não! A ordem não exige que os membros tenham religião, exige apenas que você acredite em um ser superior, que pode ser Deus, Jeová, Buda, não importa o nome que se dê a Ele.

Notisul - Quais os critérios para ser maçom?
Emilson
- Na realidade, não existem critérios para ser iniciado na ordem. O que há é um perfil. Em primeiro lugar, a pessoa tem que ser livre, ter uma trajetória de bons costumes, até mesmo para internalizar nossa linha disciplinar, nossos marcos. A condição é basicamente esta. Também precisa ter independência econômica para não pensar que vai até a loja e não vai trabalhar porque será ajudado. A maçonaria não é estepe de ninguém. Nós ajudamos uns aos outros, mas não é este o foco. Quem entra jovem na ordem é porque já tem certa estabilidade. Todos são convidados. Não é necessário ter uma condição financeira boa para entrar na ordem, mas tem que ter o perfil, ou seja, ser livre, de bons costumes e capacidade para melhorar como ser humano.

Notisul - Há quanto tempo o senhor é maçom? O que o senhor mais aprendeu com a maçonaria? O que mudou?
Emilson
- Estou na ordem há 16 anos. Sob o ponto de vista social, entendo que evoluí bastante. Ajudou-me, inclusive, nas atividades profissionais, porque aprendi a me manifestar publicamente, aprendi a fazer leituras de cenários e fatos do dia-a-dia que antes não tinha capacidade aguçada para tal. Neste aspecto, é uma contribuição que a ordem me deu e que serei eternamente grato.

Notisul - Por que as mulheres não participam?
Emilson
- Elas participam e de maneira bem ativa na ordem maçônica. A única diferença é que não são iniciadas. O que não é reservada a elas são as reuniões ditas ordinárias. Temos vários grupos de cunhadas que são formados por nossas esposas, grupos de sobrinhas e sobrinhos, que são nossas filhas e filhos. A questão da não participação da mulher também é algo histórico. No começo da maçonaria, lá em 1717, eram os homens que construíam catedrais. Além disso, foi feita uma espécie de legislação na qual estava prescrito que era apenas para homens. Então, seguimos piamente estes preceitos, este costume. Não tem nada a ver com machismo.

Notisul - E por que é tudo tão fechado?
Emilson
- Entendemos que é um grupo reservado. Na verdade, não tem motivo para ser assim, poderíamos ser mais abertos. Mas percebo que estamos evoluindo. Antes de vir para cá (a entrevista foi no Notisul, quinta-feira à noite), minha esposa perguntou se eu vinha, eu disse que sim. Aí ela me viu pegando as insígnias: “Mas você vai com as insígnias? Eu pensei que não podia aparecer” (risos). Esta reserva é algo que remete ao passado da maçonaria. Nossos irmãos eram muito cobrados, especialmente pela igreja católica, que mandava politicamente no mundo. Então, houve uma perseguição. Daí a reserva. Hoje, isso também ocorre, mas não como antigamente, claro. A partir do momento que me identifico como maçom, as pessoas começam a me vigiar. Se eu cometer um deslize, serei cobrado e colocarei a ordem em xeque. As pessoas, nós, somos assim: generalizamos.

Notisul - Por falar em insígnias, o que significam?
Emilson
- Serve mais para definir posições dentro da ordem e também nos disciplinar. O avental, por exemplo, é o elemento principal das insígnias maçônicas. Simboliza o trabalho. O branco é para os aprendizes e companheiros, branco orlado de vermelho ou azul celeste - varia conforme a potência da loja ou com o rito praticado - para os mestres.

Notisul - Depois de tudo que o senhor explicou, acho que o mundo todo deveria ser maçom.
Emilson
- (Muitos risos) Não sei se todos precisariam ser maçons, mas poderiam seguir os preceitos, os princípios que norteiam a maçonaria: a igualdade, a liberdade, a fraternidade e a evolução humana.

Fonte: NotiSul.

segunda-feira, 3 de março de 2014

QUE DIREI EU DE MIM MESMO?

Por: Pericles Gomes.
Imagem: Internet.

Começo a difícil missão de responder este autoquestionamento, recordei o que durante muito tempo tentei ser. E recordar  segundo o Rubem Alves é uma "palavra bonita, que quer dizer visitar de novo aquilo que o coração guardou"

Fiz da minha alma um relicário onde ficaram escondidos retalhos de tudo o que não consegui ser. Alguém pode pensar que por conta disto alguma depressão se apoderou de mim. Respondo, sem ser perguntado que não. Aconteceu justamente o contrário. Depois de muitas tentativas, depreendi que a minha busca era lunática, retrógrada e sem fim. E descobri ao final,  que sou apenas retalhos de tudo aquilo que ainda não escrevi. Uma poesia inacabada de Leandro Bahiah.

Como uma menina mimada chorei, fiz birra e desejei colo. Oportunista que fui,  pedi aos amores que tive na vida, tal como o Mário Quintana pediu: "Se tiver de me esquecer, me esqueça... Mas bem devagarinho.". Alguns confesso que não atenderam ao meu pedido. Mas, pior mesmo foram aqueles que nem aconteceram. Tive muito amor negligenciado. Daí eu escrever a um bom tempo atrás que: "a negligência do amor é o pior de todos os venenos". Quem experimentou sabe do que estou falando.

Travei bravatas  contra os meus instintos e perdi incontáveis vezes. Disse não quando a resposta deveria ter sido sim. E sim quando deveria ser não. Me autoflagelei e por vezes me privei de pedir perdão. Perdão pela minha ingenuidade, que descobri a pouco tempo ser congênita. Portanto, sem possibilidade de reversão. Quem sabe amanhã, eu consiga pedir clemência ao Criador. Ontem mesmo farei isso.

Indubitavelmente pereço por ser quem sou...eu mesmo. E careço ainda mais de ser quem eu sou... eu mesmo. Esta celeuma causada pelo meu padecer e pelo meu carecer é o que me faz ser quem eu sou afinal... eu mesmo. Complicado entender sem nenhuma dúvida. Volta e meia faço permuta comigo mesmo. O que dificulta ainda mais a compreensão. Não que eu queira ser compreendido. Vislumbro a rejeição. Eis aí a formula para me entender: "antes me renuncie".

Da minha cercania não resta absolutamente nada que eu não conheça. Conheço-me e reconheço-me nas tardes sem inspiração/ nas noites de invernos/ e nos dia quentes de verão. No voou das borboletas/ na fadiga das formigas/ na morte das sementes/ e no aperto da mão inimiga...

Gosto de avesso, sou apaixonado pela contradição, me afeiçoei as coisas miúdas. Comecei a descobrir o céu no terreiro da minha casa. Repito junto com o Padre Fábio de Melo: "não se toca o céu se não tem os pés no chão".  

Concluo sem chegar a lugar algum. Dizendo muito, ainda não disse nada. Fico feliz por ser previsível, panfleto rua a fora... que ando a esmo. Perdido nos meus próprios passos. 

Vocifero a melhor definição que encontrei sobre mim e foi o grande Millôr Fernandes quem deixou escrito: "Eu sofro de mimfobia, eu tenho medo de mim mesmo e me enfrento todo dia".

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.

 Fonte: pericleskinho.blogspot.com.br

PREFEITURA DE DÁRIO MEIRA É ACUSADA DE APLICAR CALOTE EM EMPRESA

A Prefeitura Municipal de Dário Meira, sob a gestão do prefeito João Caetano Santana (PDT), é acusada de aplicar um calote de R$ 17 mil na empresa Acserv Artes Gráficas, com sede em Ipiaú. Segundo Dutinho, proprietário da empresa, a gestão Caetano realizou serviços há 06 meses, mas não equacionou o débito. Ainda de acordo com Dutinho, a Acserv prestou serviços de Internet e de impressão e comunicação visual à Prefeitura de Dário Meira. “Venho tentando receber o pagamento há meses, mas não consigo”, resumiu. Dutinho revela ainda que outras empresas de Ipiaú receberam um calote ainda maior da gestão Caetano. 

Dário Meira historicamente enfrenta gestões complicadas. O município está entre as cidades baianas com maior número de ações no Ministério Público Federal, tem um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da Bahia e na última semana ainda recebeu uma visita da Controladoria Geral da União (CGU). Para completar, no governo atual, a gestão Caetano está gastando mais de 75% da receita com pagamento de pessoal, quando a Lei prevê apenas 54%.


Fonte: Dário Meira Hoje