terça-feira, 12 de novembro de 2013

HOMEM MORRE APÓS COCHILAR EM MESA BAR




Um homem de 52 anos morreu na tarde desta terça-feira(12/11) após tirar um cochilo em um Bar na Avenida Jequitibá, Bairro Irmã Dulce. Segundo a proprietária do estabelecimento comercial, Edísio Santos Gama chegou ao local por volta do meio-dia, sentou em uma cadeira e pediu uma bebida. Momentos depois, ele começou a cochilar na mesa do Bar e não acordou mais, disse a dona do comércio, conhecida pelo apelido de Jú. “Ele já chegou aqui bêbado. Ai começou a beber mais e acabou dormindo, como já era de costume. Só percebemos que ele estava morto por volta das 3h da tarde, quando a menina olhou para o rosto dele e viu que estava todo roxo”, disse Dona Jú à reportagem do Giro. De acordo com profissionais do Samu, a morte de Edísio pode ter sido provocada por um infarto. A vítima morava na Rua José Francisco de Souza, Bairro Irmã Dulce. 
Fonte: Giro em Ipiaú

MÚMIA INCA CONGELADA POR 500 ANOS ESTAVA COM PNEUMONIA

A múmia inca congelada  de 500 anos de idade conhecida como “A Donzela”, era uma menina de 15 anos estava sofrendo de uma infecção bacteriana, quando ela morreu – e ser capaz de “diagnosticar” a doença pode levar a novas descobertas sobre doenças do passado.
A descoberta pode ajudar a defender contra novas doenças, ou prevenir contra uma possível volta de doenças do passado.
A múmia estava sofrendo de uma doença semelhante à tuberculose, quando ela foi sacrificada no vulcão argentino Llullaillaco à 22.100 pés acima do nível do mar.
A condição de saúde da menina foi diagnosticada utilizando uma nova técnica de raspagem da boca e comparando com as amostras de pacientes do presente – é a primeira vez que uma doença foi diagnosticada no corpo de um tal antigo, a detecção de patógenos em tecidos antigos não é nova, mas até agora tem sido impossível dizer se o agente infeccioso era latente ou ativo.

A análise da múmia inca

A técnica abre uma nova porta para resolver alguns dos maiores mistérios da história, como as razões pelas quais a gripe de 1918 foi tão devastadora. Ela também irá melhorar a nossa compreensão de maiores ameaças do nosso futuro, como o surgimento de novos agentes infecciosos ou re-incidência de doenças infecciosas conhecidas.
A análise foi possível por causa da incrível preservação da múmia, que de tão bem preservada ainda havia piolhos no cabelo, a equipe limpou os lábios da múmia inca, enterrada em altitude de 22.000 pés,  originalmente descoberta em 1999 com um estado de preservação nunca antes visto os órgãos internos estavam intactos e ainda havia sangue nas veias e no coração.
Eles descobriram que o perfil da proteína da múmia inca é semelhante à dos pacientes com infecções respiratórias cronicas  e a análise do DNA revelou a presença de bactérias patogênicas provavelmente do gênero Mycobacterium, responsável por infecções do trato respiratório superior e tuberculose, além disso, as radiografias dos pulmões da múmia inca mostraram sinais de infecção pulmonar no momento da morte.
Fonte: www.unbelievable-facts.com