quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

SEIS COISAS QUE PODEM DESAPARECER MUITO EM BREVE

Todos sabemos que estamos acabando com nossos recursos naturais, bem como carvão, petróleo e água potável, mas você vai se surpreender com algumas coisas do dia-a-dia que também podem acabar.
Mesmo que os ‘recursos’ listados não sejam cruciais para a nossa sobrevivência, você não gostaria nada de ver eles terminando.
Então aproveite enquanto ainda pode!

1. Chocolate

Chocolate
O delicioso chocolate, sobremesa favorita de muitas pessoas e às vezes até utilizado como ‘remédio’ para problemas de TPM, pode não fazer mais parte do nosso dia-a-dia. Isto porque a sua produção é muito cara, e colher cacau é extremamente trabalhoso. Cada colheita leva 5 anos para estar pronta e deve ser feita manualmente em um calor escaldante.
A maioria do cacau é proveniente da África, onde os agricultores recebem um salário baixíssimo por dia e o trabalho infantil ainda não é proibido.
Como as leis do comércio justo começam a permear a indústria e o preço do trabalho aumenta, os agricultores terão uma grande perda em seus lucros, o que fará com que a produção em massa do chocolate seja muito cara. O chocolate talvez não deixe de existir, porém o preço que você pagará por ele será muito alto.

2. Bacon

Bacon
De acordo com a Associação Nacional do Porco na Grã-Bretanha, há uma escassez mundial “inevitável” de bacon. Os fatores responsáveis vão desde a redução de produção por parte dos suinocultores para tentar minimizar gastos até epidemias de vírus nos porcos.
Embora isso não signifique que os estoques de bacon no mundo vão desaparecer, os preços certamente aumentarão.

3. Hélio

Bexigas de hélio
Talvez você não saiba, mas o gás hélio tem propósitos muito mais importantes do que encher balões.
É um produto super importante para a produção de imãs de ressonância magnética, fibra óptica e telas de LCD. Sem ele muitas peças da tecnologia moderna não funcionariam.
Mas se ele é tão precioso, porque está a venda em todas as lojas de festa?
Em 1925, o governo dos EUA estabeleceu uma reserva nacional de hélio, que ainda existe no Texas. Metade do estoque mundial de hélio – um bilhão de metros cúbicos – é armazenado lá. Em 1996, o Congresso dos EUA aprovou um ato que exige que esta reserva seja vendida até 2015.
Então existe pressa para vender o gás, eis o motivo pelo qual os balões de hélio podem ser comprados aos montes por um preço bem acessível.
Porém, quando ele finalmente acabar, nossa única opção será recuperar o hélio do ar, o que custará 10.000 vezes mais o que custa hoje.
Pense nisso na próxima vez que usar o gás hélio apenas para dar risadas.

4. Sardinhas

Sardinhas
Este talvez não lhe incomode tanto, mas para os amantes de peixe enlatado, é uma notícia terrível. As sardinhas dependem da temperatura da água para sobreviver – exigem temperaturas altas para a sua reprodução. Mas a pesca excessiva e o resfriamento das temperaturas do mar levou a uma escassez do peixe.
Uma frota de navios canadenses destinados à pesca de sardinhas voltou com redes vazias recentemente, o que significa 32 milhões de dólares jogados pelo ralo.
Caso a temperatura da água do mar não volte ao ideal para as sardinhas, talvez elas não estejam disponíveis nos supermercados por muito mais tempo.

5. Tequila

Tequila
Produzir tequila exige um processo caro e exaustivo. Leva-se cerca de 12 anos para uma agave azul produzir a frutose necessária para a fabricação da bebida.
Em 2007, 20% do rendimento da agave azul no México foi prejudicado por doenças, e muitos agricultores desistiram do plantio, porque era muito caro.
Mas não se desespere, os principais produtores já estão formando estoques para quando a escassez chegar. Embora isso signifique que quando ela chegar, os preços subirão drasticamente.
E mesmo que os agricultores comecem a replantar os seus campos, levará 12 anos para que as plantações cresçam.

6. Vinho

Cerca de 2,8 bilhões de garrafas de vinho são vendidas mundialmente por ano. Porém, este número não parece saciar a nossa sede pela bebida. No ano passado, o consumo de vinho aumentou em 1%, enquanto a produção caiu cerca de 5% mundialmente (e drásticos 10% na Europa), a mais baixa produção desde 1960. A maior parte da indústria está sendo impulsionada por fornecedores “boutique”, que não têm os recursos para dar conta da enorme demanda.