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quarta-feira, 19 de julho de 2017

CHEGA DE REFORMAS! É HORA DE CONSTRUIR ESCOLAS.

Por: Leandro Bahiah.
Arte: Campbell.
Imagem: Internet.

É tempo de reformas, anunciam os novos “governantes”. E a grande maioria do povo-atento ao face e whatsapp – fica indiferente, anestesiado. E não é para menos, já que quando se pensa em reforma o que vem a nossa cabeça é algo de bom, por exemplo: quando você faz uma reforma na sua casa é óbvio que o intuito é melhorar. Acontece que as reformas que estão sendo aprovadas e outras que estão em curso são extremamente lesivas ao povo.
Enquanto todos anseiam por mais construções de escolas, mais conhecimentos, profissionais da educação trabalhando e sendo respeitado com seus direitos garantidos. O que se denota são reformas! Quase todos os novos prefeitos (as) reformaram as escolas, todavia, isso serve apenas para encher os bolsos dos donos de construtoras. Observe! Na sua cidade nesta nova gestão já contando com este oitavo mês existe em curso a construção de uma nova escola? Entretanto, algumas foram reformas e o preço do serviço prestado quase equivale à construção de uma nova escola. Alguém poderá argumentar não se precisa de mais escolas. Têm aqueles que concordam com o escritor francês Victor Hugo: “Quem abre uma escola fecha uma prisão”.
As reformas trabalhistas e da previdência apenas beneficiam alguns poucos e grandes empresários que sinceramente nem precisavam destas benesses em detrimento dos trabalhadores e trabalhadoras deste país, que tiveram seus direitos assaltados por um congresso corrupto. Sempre é o povo que paga o pato! E a reforma que de fato beneficiaria os sem tetos e os sem terras como é o caso da Reforma Agrária, é ignorada ao ponto de ser criminalizada, e mais, os  líderes destes movimentos sociais são covardemente e constantemente assassinados como aconteceu recentemente no Pará por agentes do (Estado) que deveriam protegê-los, porém, os mesmos preferiram matá-los prestando “serviços” aos grandes latifundiários e grileiros – ficando ao lado do capital, do capital selvagem!
Diretor-presidente: Pericles Gomes. Edição e Revisão: Adenilson de Oliveira. Produção Executiva: Jailton Silva Gomes. Direção de Pauta: Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Marketing e Propaganda: Abel Meira Gomes. Colunistas: Pericles Gomes/Leandro Bahiah/Pedro Henrique/Kallil Diaz. Colaboradores: Jamilson Campos/Henrique Alexandria e Josenaldo Jr.

terça-feira, 11 de julho de 2017

NÃO ADIANTAM DISCUTIR, AS VELHAS PRÁTICAS POLÍTICAS – SÓ ACONTECE EM IBICUÍ!

Por Leandro Bahiah.
Imagens: Internet.

Em Ibicuí quase tudo muda. Troca prefeito e renova a Câmara, as festas de camisa crescem a cada ano gerando lucro aos seus donos e sócios, todavia, o que não muda são aquelas velhas práticas políticas ibicuiense, que são dignas de repúdio. Aqui neste mesmo espaço, por diversas vezes denunciei estas práticas e para minha surpresa o atual governo com o discurso de mudança na campanha faz religiosamente igual.
Noticia-se a boca pequena em Ibitupã, aliás, o que não é segredo para ninguém, que têm pessoas que estão trabalhando como “voluntários”, na esperança de ter pasmem senhores e senhoras! A garantia do seu emprego no futuro. Estão trabalhando sem receber! Isso vem ocorrendo em várias áreas que vai da saúde a educação na sede e nos distritos. Não acreditei! Como? Se na gestão passada pessoas que aí estão à frente da gestão criticaram efusivamente estas práticas. Fontes fidedignas confirmam: está ocorrendo exatamente igual.
Diante da crise que o Brasil passa – seja ela moral, institucional, política e econômica. Encontramos pessoas que são obrigados a se sujeitar a tais humilhações  – em pleno Século XXI, ou seja, na mísera promessa que se sabe lá até quando terão suas situações regularizadas e com isso ganhar o seu ordenado dignamente. E sabe o que vai ocorrer? Suas situações serão regularizadas depois de muito tempo e trabalho. Os atrasados esqueçam! E por que será que sua situação será regularizada? 2018 ano de eleição pai. As “deputaiadas” estarão ávidas por votos ao lado de seus cabos eleitorais.
O que se pede é bom senso ao atual gestor, caso realmente isso venha mesmo ocorrendo e mais que isso, o mesmo tem que ir a público para explicar tal situação. Tenha piedade para com estes homens e mulheres, mães e pais de famílias que estão sendo humilhados por uma situação imposta pela atual administração. Porque talvez estas pessoas só possam contar com o salário advindo apenas do seu trabalho. E aconselho o atual gestor a quem sabe doar o seu salário para estes, uma vez que o mesmo conta com outras fontes de renda – o Brega, por exemplo. Mudança, cadê tu? (Risos). Seja um voluntário prefeito, trabalhe sem receber e aconselhe os secretários a fazerem o mesmo - o que sobrar dará para pagar o pessoal. 

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domingo, 2 de julho de 2017

"AINDA BEM QUE TODO ANO VAI TER SÃO JOÃO"

Por: Pericles Gomes 
Imagem: Internet

As festas juninas – como quase tudo no Brasil - começou nas sacristias e quermesses das igrejas católicas espalhadas por todos cantos, rincões e sertões deste nosso país. Os santos “nordestinos” – Santo Antônio, São João e São Pedro - símbolos de um nordeste religioso, eram festejados e amados como protetores dos sertanejos que de sol a sol lutam para vencer todas as agruras que a seca, o sol, e os maus políticos lhes impõe. Celebrar esses santos era celebrar a própria fé e a certeza da presença de Deus no meio deles, portanto, motivo para se alegrar, festejar, se divertir e reunir a família.  

Aos poucos, as festas ganharam corpo e os salões paroquiais não davam mais conta de comportar tanta gente. Agora já tinha que ser feitas nas avenidas e praças, e por fim, de tão absurdamente populares, ganharam a atenção dos coronéis e políticos, que viram ali uma fonte e meio de assegurar suas benesses e manter o povo “encabrestado”, a cartilha desde então tem sido seguida à risca. A festa  que deveria ser apenas diversão, virou um grande negócio para a classe política, que dela desde então, tem se aproveitado. Alguém sabe os motivos pelos quais as pessoas perecem todos os dias por falta de atendimento médico e segurança, mas, nessa época o que mais encontramos, são ambulâncias e profissionais da saúde nas ruas e policias para manter a organização e o bom funcionamento?

Essa na verdade, é somente uma cópia daquilo que a Roma antiga já fazia com esmero, lá imperava a política do “panem et circenses”, isto é, política do pão e circo. Esse modelo visava e o fez com êxito, manipular as massas que nada tinham e viviam desassistidas pelo governo. A aristocracia então criou esse método para manter a população desinteressada da política e, por conseguinte, esta ficava condicionada aos prazeres da comida, simbolizada pelo pão, e a diversão, retratado pelo circo - Quem quiser entender mais sobre isso leia Sátira do poeta Juvenal -. Para o nosso nordeste o “panem et circenses” é a pamonha e o São João.

Basta o mês de junho chegar, que todos os problemas são esquecidos, esquece-se de tudo quanto nos assola, o que interessa é que a festa seja boa, que tenha muito forró, afinal a gente sofre tanto durante o ano todo, é justo que ao menos nesse mês, a gente se divirta como se houvesse o amanhã. As cidades ficam lindas, a prefeitura se preocupa em arrumar tudo bem direitinho, é um primor que só vendo. Não se pode receber milhares de convidados de todo o Brasil com a cidade toda desarrumada. Como escreveu meu amigo Leandro Bahiah certa feita: “Cidade maquiada, povo feliz”. Se Todos passam no salão de beleza nesse período para dar uma repaginada no visual, é natural que a cidade também o faça, é mais do que justo que isso aconteça.

Alguém pode me perguntar: então você é contra as festas juninas? Respondo categoricamente que não.  Como todo nordestino sou um entusiasta do São João, aguardo também ansioso por esse período. A ideia geral do São João é excelente! Ao mesmo tempo defendo também que as festas juninas sejam devolvidas ao povo. Sou totalmente contra se fazer festa para turista, enquanto que o povo da própria cidade fica em segunda plano nessa estória sem final feliz. 

É inadmissível que num concurso de quadrilha, justamente a cidade anfitriã não tenha representante. Oportunismo e vigarice é o nome disso! Resgate da cultura é valorizar os artistas locais e dar a eles as oportunidades que lhes fora relegadas. Isto sim é investimento, o restante é perdularismo cínico. 

Milito para que estas festas sejam novamente da alegria, da diversão, da fé e da devoção e principalmente da família. Prefiro isso mil vezes aos bregas dos dias de hoje, aos gatos que não miam, mas faz  poucos lucrarem absurdamente. Quero as fogueiras de volta, quero amigos reunidos para comer milho assado, amendoim cozido, canjica e pamonha e tomar licor e quentão e dar vivas a Santo Antonio, São Pedro e São João. Enquanto isso não acontece, canto com Edgar Mão Branca: “E ainda bem que todo ano vai ter São João. Ai quem me dera fosse festa todo dia”.


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domingo, 11 de junho de 2017

AMIZADE É UMA DÁDIVA DE DEUS.

Rafael, Ailândia, Jarlei, Luciano, Danda, Elly, Valtenes, Léa, Jelma, Lú, Marizete, Joyce e Naara.
Por: Leandro Bahiah. 
Fotos: Aleandra Souza. 

Tenho ótimas lembranças dos tempos de escola, mas nada se compara com o período do ensino médio na cidade de Dário Meira. Ali foi o ápice! Naquela sala não havia espaço para concorrência, para desentendimentos mais sérios, todos se ajudavam, e a missão era que todos chegassem ao objetivo final – conclusão do ensino médio. As pessoas tinham uma sintonia incrível, as resenhas, as brincadeiras não deixavam ninguém ferido. Aquilo tudo é coisa divina.
No fim da segunda unidade e início da terceira do ensino médio, as pessoas levaram o caso na brincadeira e quase todos foram mal nas provas. E qual foi à solução? Todos se reuniram sobre a liderança de Cláudio Rodrigues e chegamos a um intuito comum: E dali em diante todos levariam as coisas a sérios e se ajudariam mutuamente, e de fato – isso foi feito. Isso é coisa de líder!
Bahiah, Jamilton, Cláudio, Valtenes, Alex e Joyce.
Muitos colegas por motivo de força maior e infelizmente não chegaram conosco até o fim daquela jornada, todavia deixaram suas marcas indeléveis nas nossas almas, suas amizades sinceras e até hoje é alimentada, e é motivo de orgulho. Esses amigos e amigas foram para outros lugares e, lembro de José Alves, Joelton Santos, Leonardo, Juanina e Ricardo. Essas pessoas transpuseram a barreira do coleguismo e suplantaram uma afetividade nas nossas relações que só me fizeram crescer como pessoa. Muito obrigado meus amigos e amigas!
Aquela turma de fato foi inesquecível! O lado bom da vida é contar e fazer parte de uma turma que deixou saudades: Onde todo dia era motivo de alegria e de aprendizagem. E direi aos meus filhos, netos, bisnetos e quiçá tataranetos que fui um no meio de pessoas tão especiais, e repito que me fez crescer em todos os sentidos. “Tudo é divino, tudo é maravilhoso”, diz Belchior e sintetiza bem aqueles momentos que passamos juntos. Como esquecer dos trabalhos, das apresentações, das provas, das peças teatrais, dos professores e professoras? Eraldo Sampaio, Carlos Leônidas, Júlia Cecília, Kadja Layse, Marcelo, Antônio Brito (saudoso), Hélio, Anita Amaral, Nea e Dinalúzia.  
Peça: "As Feministas". 
E quando me perguntar se fui do tempo de São Tomas de Aquino, de Judas, de Nelson Mandela ou de Nero, direi que não. Eu sou do tempo da dedicada Ailândia Fonseca, da sempre amiga Aleandra Souza, da lépida e afável Aclecia Silva, de Alex Rodrigues (ponderado e companheiro), de Cláudio Oliveira (orador nato), da companheirona Eliana (Elly), Elizângela Pereira (Danda) e de Flávio Santos (galanteador). E caso algum desavisado me indagar se sou do tempo da Ditadura, da Revolução Industrial ou da Segunda Guerra Mundial, pacientemente confessarei que não. Eu alegremente afirmarei que sou do tempo das loucuras de Francine Silva. Da dedicadíssima Graziane Cajá, do fotógrafo Jamilton Souto (sempre com suas intervenções mais hilárias), de Jarlei (o bem apessoado e alegre), Jelma Pereira (simpaticíssima),  da amável prima Jossilene Lima, de Luciano Almeida (o poeta) e de Luciene Cruz (a contagiante).
Francine, Rozilene, Patícia, Naara, Lú e Laiana.
E é provável que alguém vá me argüir: Se sou do tempo de Bolsonaro, de Lula ou de Trump, insistirei que não. Eu sou da época de Luzitânia Souza companheira inseparável de Marizete Marinho (tranquila), da estonteante Maheli Andradeda magérrima Michelle Nascimento, da sempre extrovertida Mirela Guimarães, das risonhas Miriam Xavier, Naara Sansão e Patrícia. De Rafael Souza (o inteligente), Rozilene e Valtenes de Jesus (os serenos). E que me perdoe aquelas pessoas que minha memória com o tempo, esqueceu-se.
A todos vocês rezo para que consigam tudo que almejar e que Deus abençoe os sempre, sou grato a amizade de vocês, as palavras de carinho, o respeito, conte comigo sempre. A distância só faz fortalecer esta dádiva de Deus que denominamos de amizade. Mario Quintana dizia que "A amizade é um amor que nunca morre", "A amizade é o conforto indescritível de nos sentirmos seguros com uma pessoa, sem ser preciso pesar o que se pensa, nem medir o que se diz", disse George Eliot. Somos uma família e como dizem os poetas Mc Nandinho e Nego Bam:  “Nós se ver por aí”. Sejam felizes e muito obrigado meus caros e caras!

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

MARCOS GALVÃO: PREFEITO VIRTUAL?

Por: Pericles Gomes
Imagem: internet

O advento da internet, bem como das redes sociais, as formas de comunicação e interação sofreram uma importante revolução, fenômeno do isolamento social estão com os dias contados, seja de um grupo em relação aos outros à sua volta, seja o isolamento individual de uma pessoa em relação à comunidade, sociedade ou cultura na qual está inserida. A quem defenda o contrário, de que as redes sociais aproximou os distantes e afastou os próximos. No entanto, quem defende uma coisa ou outra, faz parte desse universo hiperconectado, a solução não é se desconectar, a sugestão é no entanto, não substituir a vida real por uma virtual.

Todas as antigas formas de interação que existem, perderam espaço para o mundo das salas de bate-papo, mensagens de texto instantâneas, e-mails, Facebook, WhatsApp e Instagram são media os novos relacionamentos. A conexão com um grande número de pessoas e de forma veloz é o principal atrativo. Daí a sua importância não apenas para a interação entre indivíduos, mas para a troca de informações e conhecimento que dizem respeito a toda a sociedade.

Usei todo esse preâmbulo, para falar do atual governo ibicuiense, mesmo não estando em meu município, as redes sociais e a conectividade, não me deixa sem informações. São muitos as tormentas que rodeiam o governo Marcos, mas nada poderia ser mais grave e ameaçador do que o que a ausência do prefeito, ninguém têm acesso a ele se não uma casta de blindadores. O que deixa a população atônita no entanto, é que nas redes sociais o prefeito e seu governo são sempre figurinhas carimbadas, não que eu seja contra, mas fazer disso regra me parece um despropósito. 

Dia desses me falaram do prefeito virtual, jurava que era um aplicativo que o governo tinha criado para facilitar a interação entre governo e povo, tendo em vista que o prefeito quase nunca é encontrado na cidade, exceto quando se tem uma câmera por perto para fotografar o momento e logo em seguida virar postagem na página da prefeitura no Facebbok. Mas na verdade não era um aplicativo, o tal "prefeito virtual", estavam se referindo ao prefeito mesmo. A justificativa que ouvi de um amigo que votou nele foi: "ele todas as vezes que veio em Ibitupã, ficou dez minutos, tirou algumas fotos e foi embora. Horas depois, pode ir na internet que estará tudo lá, devidamente postado. Tudo com ele é virtual".

Quando escrevi uma carta aberta ao prefeito, ainda no final do ano passado, vésperas de sua posse, lembro-me que a recomendação que mais fiz foi essa: "Sugiro: Esteja sempre no meio do povo, nos momentos bons e principalmente nos ruins. Não fuja, esteja e seja presente. Ouça primeiro e aja depois de argumentar com coesão e coerência. Em tempos difíceis, dê as mãos, peça ajuda se necessário. Lidere ao âmago, no entanto, seja cortês. É sempre bom lembrar que é preciso semear afetos e reativar o hábito de estar junto. Não se esqueça: carecemos uns dos outros". Passados cinco meses de governo, é justamente o contrário que temos visto, daí a alcunha de "prefeito virtual".

Deixo claro mais uma vez, que tudo o que escrevo é por encargo de consciência, escrevo somente o que acredito, não quero com isso, dizer que as minhas inferências sejam todas corretas, sempre que achar que deva, vou tergiversar, não é o caso até agora. É a segunda vez que escrevo comentando a situação política de Ibicuí, a primeira foi sobre a impudente medida do "São João Sunset", que se fosse em um lugar mais sério, o prefeito seria execrado, mas no Brasil tudo é possível aos que detém o poder, e agora trato sobre a ausência do prefeito. O povo precisa ver seu líder, precisa sentir que ele é próximo, que se importa com seus problemas que são tantos.

Prefeito etimologicamente vem do Latim prae, “antes, à frente” e facere, “fazer”. Assim se formou o verbo praeficere, “colocar à frente de”, o povo elege alguém para estar à frente, isto é, para ser aquele que norteia o caminhar dos demais, favorecendo a a harmonia na comunidade. No inicio do ano o clima de esperança e euforia foi depositado nesse mandato e muito embora seja realmente ainda muito cedo, tudo parece ruir feito castelo de dominó. Governar pela Facebook é inconsequência e desrespeito, infelizmente, não obstante todos os alertas e advertências, o governo caminha para o distanciamento, quando o que o povo mais precisa é de aproximação.

Reitero, não escrevo por malquerença, desejo verdadeiramente que o meu povo, a minha cidade não tenha que esperar mais quatro anos pra voltar a ter esperança, para isso o atual governo tem que funcionar, tem que dar certo. Restam ao meu ver duas opções: Governar, fazer as coisas darem certo apesar dos muitos problemas que eu sei que nós temos. A segunda é fazer o São João de seis em seis meses. Aí Lordão faz a festa no sunset e a noite Simone e Simaria cantam Loka e anima os foliões e depois de cada música fala o nome do prefeito e diz que ele é "estoraaaado" o melhor prefeito do interior da Bahia. É isso!

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domingo, 28 de maio de 2017

“NÃO SE DERRUBA UM GOVERNO SUJO COM ROSAS”, DIZ O CANTOR E COMPOSITOR ALDIR BLANC.

Confira a íntegra do texto:
Aldir Blanc.
Por: Aldir Blanc.
Imagem: 274

Para caracterizar o samarcal do desgoverno Temeroso, vou citar o guerreiro do Império, Winston Churchill, em suas “Memórias da Segunda Guerra Mundial”. O trecho está na página 112 do primeiro volume, na edição da Nova Fronteira, e refere-se a Mr. Baldwin, uma espécie de Treme-Temer inglês: “E assim vai ele num estranho paradoxo, decidido só a não decidir, resolvido só a não resolver, firme na deriva, sólido na fluidez, onipotente na impotência”.
É ou não é a cara do presigárgula? Imaginem aquele sorriso falso de Mono Esburacado, ajeitando o nó da gravata deformada pelo barrigão. Ele desliza feito réptil em direção à tribuna para não falar a verdade e, seguindo Churchill, ser coerente na incoerência, forte na tibieza, sólido na flatulência… Em suma: o cara passará à História como “ele recebeu a propina, separou mil e jogou no bolso”.
Homem da Zona Norte, conheci malandros de palavra, que tinham elevado sentido de honra, como o saudoso Maneca, cuja promessa era sagrada. Pensem na figura patética de Dá-o-pé-Loures, mais um caso de “jogou no bolso”. Devolveu a tal mochila faltando 35 mil. Depois, “achou” a grana e devolveu. Outro descalabro: precisamos de alguém para nos defender do minidef, membro caído do PPS (Partido Paleolítico Senil), aquela agremiação cujo dono é Robertov, que já abandonou o navio. A presença do vomitivo político na Defesa não faz o menor sentido. A casa também caiu sobre Mineirinho. Entregou o passaporte e aguarda a prisão. Já a irmã, usada e abusada, está presa. É preciso ressaltar que Mineirinho continua impune em espancamento de mulheres e blindado no tenebroso escândalo de Furnas (e aí, juízes do Supremo? Não vão abrir esse cofre de Pandora?). É preciso investigar também o helicoca, a Samarco (19 homicídios culposos, um rio morto, a maior catástrofe ambiental do Brasil, estragos que chegam ao litoral da Bahia). Dá nojo a forma como homens (?) vis exploram irmãs que os idolatram.
O desespero Temeroso pode ser avaliado pelo grito de help às Forças Armadas, uma estupidez, com, é claro, a cumplicidade do minidef.
A ONG Alerta Brasil e o Projeto #Colabora denunciam que, desde que Temeroso abundou-se no trono presidencial, um direito foi perdido por dia! Esse é o líder “jogou mil no bolso”.
Como cravou a jornalista Dorrit Harazim, o presipodre poderia ter dito aos animais proteicos “Fora daqui”.
Vi no canal Bloomberg a seguinte pérola: “O mercado exige a continuação das reformas”. Qual mercado? Aquele que quebrou o mundo em Wall Street na megafraude de 07/08, ninguém preso? O da Fiesp? O de Pedro Parente Deles, onde o Brasil paga caro para explorar suas próprias riquezas?! O da “reconstrução” da Halliburton no Iraque? Vão se fifar!
Toda solidariedade ao repórter fotográfico André Coelho, chutado por um PM em Brasília. Quando se homenageia o Capitão Sampaio por esfacelar o rosto de um jovem, o resultado é esse. 

Não se derruba um governo sujo com rosas.

Fonte: BRASIL247.COM


quinta-feira, 11 de maio de 2017

LEANDRO BAHIAH PUBLICA HISTÓRIA INFANTIL NA SEMANA DO MÊS DAS MÃES.

Que presente maior uma mãe pode dar a um filho? Contar uma história, ler um livro ou presenteá-lo com um livro. Pensando nisto, o IN publica esta divertida historia de Leandro Bahiah. Na semana das mães quem ganha presente são os baixinhos. Tenha uma ótima leitura!
MAGNO & ATAULFO.
UMA DUPLA DO BARULHO.
Leandro Bahiah




Editora
Casa do Saber.




MAGNO & ATAULFO.
UMA DUPLA DO BARULHO.
Leandro Bahiah




Editora
Casa do Saber.



Copyright Leandro Bahiah 2017.
Todos os direitos reservados.
Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem previa autorização, por escrito, do autor.

Texto e Ilustrações: Leandro Bahiah
Editora: Gislane Tanajura de Jesus
Revisão: Talita Alves
Direção de Arte: Alex Jenson
Projeto Gráfico: Thiany Bahiah

CIP
­­­­­­­­­­­­­­­­____­­_________________________________________________________________________________
 00000 Bahiah, Leandro, 1984.
                     Magno & Ataulfo - Uma Dupla do Barulho / textos e ilustrações
Leandro  Bahiah. – Ibitupã: Editora Casa do Saber, 2017.
18 p.
ISBN 00-000-000-00
1-FICÇÃO  INFANTOJUVENIL  –  BAHIA.
I. Título.                                                
                                                                                                                                    CDD:
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Dedicatória
Dedico está obra aos meus pais Elias Pereira da Silva e Maria Macedo dos Santos, aos meus irmãos, amigos, familiares e aos meus futuros leitores, e em especial, aos meus avôs Edezio Pereira dos Santos, Carmerina Pinto Macedo, Maria Felix e Ezequiel Silva (In memoriam).






Agradecimentos
Agradeço a Deus por me inspirar, sou grato a luxuosa colaboração das minhas amigas Gislane Tanajura de Jesus e Talita Alves pelas preciosas intervenções. Os conselhos de Pericles Gomes e de Edilene Bahiah.
Muito obrigado a todos!





Epígrafe
“Dê-me caneta e papel e em troca dou-te o mundo!”, Pericles Silva Gomes.







Era uma vez um menino muito especial chamado Magno.
  


Magno morava com seus pais numa fazenda cheia de animais: galinhas, porcos, ovelhas, bois, cavalos... E era muito feliz.
  


Depois que sua mãe morreu, seu pai casou-se com uma mulher bastante má, a cruel Elvira, que o judiava quase todos os dias.

 


Um dia, Magno e o seu amigo grilo Ataulfo descobriram que Elvira queria envenenar o seu pai, e depois, tomar toda a riqueza da família.



Magno contou toda a verdade para o pai, todavia, o mesmo não acreditou na história do garoto...

Então, diante do não convencimento do pai, Magno e Ataulfo tiveram uma ideia: azucrinar o sono da maléfica Elvira.

Todas as noites quando Elvira pegava no sono, o grilo Ataulfo começava a cantoria: – Cricri, cricri, cricri...



Elvira não conseguia dormir graças ao barulho do grilo. Durante o dia, a malvada não dava continuidade ao seu terrível plano.
– O nosso plano está dando certo invertebrado! – exclamava feliz Magno.
– O que é isso? – perguntou o grilo Ataulfo. – Invertebrado?
– São animais que não possuem coluna vertebral. – explanou Magno. – E nem tem crânio.

Eu queria ser gente... – lamentava o grilo. – Queria ser cantor de forró.
– Calma. – dizia o menino. – Você pode ser artista no mundo animal.
– Você ainda quer ser meu amiguinho? – indagava Ataulfo. – Claro. – falou Magno. ­– Os grilos são inofensivos aos seres humanos.
E todas as noites, Ataulfo continuava a fazer o seu espetáculo particular para Elvira.

Elvira de tanto ouvir o cricri, enlouqueceu. E acabou confessando para todos que tentou envenenar o seu próprio marido.

Em suma, Elvira foi levada para o sanatório, pois foi tida como doente mental.
  


– Perdoa filho... – disse o pai emocionado. ­– Por não ter acreditado em você.




E o seu filho Magno o perdoou.

Magno, o pai e o seu amigo Ataulfo foram morar no Reino de Ibitupã.
  


Longe das malvadezas de Elvira, e ao lado do seu inseparável amigo Ataulfo, Magno era o expectador especial das apresentações musicais do grilo que cantava sobre um criado-mudo e sob a luz de um velho abajur:



Primeiro, eu canto...
Para anunciar a minha presença!
Eu pulo, eu brinco e danço!
A vida não é uma sentença.


Segundo, eu canto...
Para cortejar a minha parceira!
Com ela, tomo café, almoço e janto!
Ó grilo-fêmea namoradeira.


Terceiro, eu canto...
Para afugentar os meus adversários!
Este é meu território é o meu canto!
Porque eu sou um grilo bilionário!


E assim, A DUPLA continuava fazendo bastante barulho, compartilhando suas experiências invertebradas e vertebradas, e viveram felizes para sempre!

  
Fim.




















Impresso no Brasil
Sistema Gráfico da
DISTRIBUIDORA E EDITORA CASA DO SABER

Praça da Liberdade, S/n – Ibitupã, BA – 45.298-000 – Tel.: (77) 8825-8268.

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