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sábado, 28 de fevereiro de 2015

FALECEU EM IBITUPÃ, AOS 61 ANOS, ROQUE MENESES.

Por: Leandro Bahiah. 
Imagem: Rede Social.

Faleceu na manhã deste sábado (28), por volta das 8h00, no distrito de Ibitupã, aos 61 anos de idade, Roque Menezes, pai da queridíssima Romaci Meneses. Há meses que o mesmo encontrava-se enfermo, Roque fazia hemodiálise três vezes por semana na cidade de Jequié. O corpo está sendo velado na sua residência na Rua Clemente Mariani. Ibitupã sofre com mais uma perda, Roque deixas filhas (os), netas (os), parentes e amigos (as). A família enlutada nossos sinceros pêsames e o sentimento de piedade cristã. 

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento : Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. DiretorColaboração: Jamilson Campos, Matheus Lima e Werônica Rios.                                    



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

MINHA VOCAÇÃO

Por: Pericles Gomes
Imagem: Internet

Mainha, certa vez me perguntou o que eu queria ser quando crescer, custei a encontrar a resposta. Só agora descobri: "Quero ser um pregador da alegria, quero propagar a felicidade". Daí a minha afeição pela frase magistral de um grande filósofo holandês-português do século XVII,  Baruch Espinoza: "A felicidade não é um prêmio da virtude, é a própria virtude". (E a título de conhecimento: virtude, vem do Latim VIRTUS, "força moral, valor, hombridade". VIR, homem, varão).

Quero tão somente fantasiar-me de palhaço e emaranhar-me na alma humana, pondo ali um rasgo de alegria, um devaneio que esteja intrínseco ao desejo latente de viver.  Quero colocar em seu coração um sonho do tamanho da sua importância para Deus, o Criador, que foi capaz de ofertar-se por todos e cada um de nós. Vocifero tal qual Pessoa que: "Tenho em mim todos os sonhos do mundo". No entanto, não os quero só pra mim, ambiciono esmiúça-los e reparti-los entre os ávidos e carentes por eles.

Desejo impregnar o homem de poesia. Mas, uma poesia que seja capaz de criar novos mundos, de fertilizar novos desejos e principalmente gerar beleza. Vislumbro que as pessoas se encantem com aquilo que tenho crido que é essencial: "Vestir-se do sentimento por excelência, o amor". E depois disso tudo desejo mais abundantemente, que a nossa capacidade de resiliência, se aflore sempre e cada vez mais. 

Quero ser pregador, quero que de minha boca saia sempre palavras vivas e que ao menos um, dê guarida à elas. Mas se não encontrar, dar-me-ei por satisfeito, pelo magnânimo prazer de ser um vocacionado, que prega a alegria e propagar a felicidade.

Enquanto isso, vale lembrar a poesia que Marcelo Jeneci e Chico César transubstanciou em canção (Felicidade):

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz...

Sentirá o ar sem se mexer

Sem desejar como antes sempre quis

Você vai rir, sem perceber

Felicidade é só questão de ser

Quando chover, deixar molhar

Pra receber o sol quando voltar
Lembrará os dias...

que você deixou passar sem ver a luz

Se chorar, chorar é vão

porque os dias vão pra nunca mais

Melhor viver, meu bem...

Pois há um lugar em que o sol brilha pra você

Chorar, sorrir também e depois dançar

Na chuva quando a chuva vem

Tem vez que as coisas pesam mais...

Do que a gente acha que pode aguentar

Nessa hora fique firme

Pois tudo isso logo vai passar

Você vai rir, sem perceber...

Felicidade é só questão de ser

Quando chover, deixar molhar

Pra receber o sol quando voltar

Melhor viver, meu bem...

Pois há um lugar em que o sol brilha pra você

Chorar, sorrir também e depois dançar

Na chuva quando a chuva vem.


É CARNAVAL EM MIM

Por: Frei Betto
Dentro de mim há um imenso salão colorido por confetes e serpentinas e, entre tanto ruído, sinto medo. Medo dos fantasmas que me povoam, dos demônios interiores, dos anjos de asas quebradas. Beiro o abismo da ilusão e sou tomado por vertigens e, no entanto, não aspirei lança-perfume.
Quero o baile, a fantasia, a loucura insaciada dos que fazem desfilar em blocos seus desejos irrefreáveis. Arranco do coração uma por uma das máscaras de minha coleção: a do cínico, do farsante, do pusilânime. Quero-me nu, completamente nu, na passarela em que me exibirei pelo avesso: aversões e preconceitos, contradições e mesquinharias. Sairei de barro e sopro, tal qual Deus me pôs no mundo.
Estou ávido da batucada capaz de eriçar cada célula de minha pele e, na ponta dos pés, dançarei sobre o aro do pandeiro até que a cuíca me desperte a consciência. Abrirei a torneira de meu televisor e deixarei que escorra pelas escadas da casa toda a impotência das mulheres adornadas de falsa beleza e a prepotência dos homens que não sabem fortalecer a musculatura da alma.
Cessado o burburinho das ruas, esmaecidas as luzes, adormecidos os foliões, atravessarei sozinho o sambódromo e recolherei pelo chão as sombras das tristezas fantasiadas de alegria, das lágrimas contidas no ritual do riso, das ilusões defraudadas pela realidade. E deixarei ali os retalhos dessa descomplacência que me atordoa o espírito, na esperança de que a magia do próximo desfile exiba, em carro alegórico, essa represada voracidade amorosa.
Não irei atrás do trio elétrico, a menos que ele cesse o movimento, desligue o motor, emudeça a turba e, num gesto inusitado, faça do silêncio a matéria-prima da festa. É disto que preciso, avidamente: desfantasiar a subjetividade, escutar a própria intuição, deixar que esse cortejo que me habita ganhe as ruas, esvaziando-me de mim mesmo. Há demasiado entulho em minhas cavernas interiores.
Se por acaso me encontrar com Momo, hei de sugerir que se aposente. Carnaval já não é a festa da comilança que empanturra o estômago. São os olhos que, glutões, engolem sôfregos todos os seios e bíceps e coxas e nádegas e braços e pernas, sedentos de narcísico reconhecimento e imprimindo ao espírito o fastio irremediável, tão enjoativo quanto à certeza de que, das cinzas da quarta-feira, a fénix da esbeltez não renasce.
Se a bateria prosseguir ressoando em meus ouvidos, apelarei a Orfeu que me empreste a sua lira e me permita mergulhar nos mares subterrâneos de meu inconsciente. Aspiro pelo canto inebriador das musas e prefiro a agonia solene do órgão e a suavidade feminina da harpa aos sons desconexos dessa parafernália eletrônica que bem traduz minhas atribulações.
Carnaval é feito de momentos e eu, de tormentos. Devo fugir para alguma ilha deserta abscôndita no mar revolto de meu plexo solar ou fingir na avenida que os deuses do Olimpo vieram coroar-me? Ah, quem dera que eu pudesse trocar de caráter a cada nova roupa, rasgar os mantos lúgubres que não me protegem do frio, acreditar nessa inversão de papéis que me conduz à apoteose exatamente quando o show é obrigado a cessar.
Talvez eu entre numa roda de crianças piratas que roubem meu estorvo e peça à Colombina não mais que um piscar de olhos para alegrar meu Pierrô. Ao soar do apito, cantarei solo meu samba-enredo em homenagem ao Arlequim – esse retrato de mim.
Ao amanhecer, quando o exército da faxina adentrar, serei encontrado estirado no asfalto, cada pedaço espalhado num canto, à espera de que suas vassouras me juntem os cacos, cicatrizem-me as articulações, energizem os meus ossos e inflem a minha carne, até que eu consiga o mais difícil – fantasiar-me de mim mesmo. Ficarei tão leve que, com certeza, voarei sem asas, embriagado pela euforia que o Carnaval pressente mas não sente.
Sim, eu quero mais, quero um Carnaval que nunca cesse e seja tão sem limites que faça os mortos dos cemitérios sairem pelas ruas num infindável cordão, entoando loas à vida, e que o brilho do coração irradie tanta luz que traga aos meus olhos a cegueira para o transitório. Sejam ternas e eternas as minhas alegrias, distantes dos melindres fugidios, entregues às mais puras melodias, às mais inefáveis poesias.

sábado, 31 de janeiro de 2015

ENFOQUE PERSONALIDADE PÓSTUMA - TECO.

Suerlaine Macedo e Teco.
Por: Leandro Bahiah. 
Imagem: Suerlaine Macedo.

Ibitupã recentemente perdeu o comerciante Teco, era proprietário do Bar Dois Irmãos, vivia do trabalho, trabalho honesto! A tristeza pela perda é inevitável, mas, o mesmo deixará saudades – feliz daquele que causa nos que ficam tal sentimento. Por trás daquela capa de homem sério, tinha mais que um homem sério, existia um ser brincalhão resenhista que era apelidado carinhosamente de – Príncipe – por Pacaré. Feliz de quem deixa familiares, parentes, amigos, e acima de tudo – deixa harmonia. As perdas são inevitáveis, contudo, deve-se acreditar que os que nos deixam – atenderam o chamado de Deus, ou seja, cumpriram a sua missão aqui na Terra.
O que Teco deixou na lembrança das pessoas: a sua dedicação ao trabalho – servindo bem aos seus clientes e amigos, o carinho pelos seus sobrinhos (as) e o respeito pelas Leis, o mesmo não deixava quem era menor de idade jogar sinuca ou beber bebida alcoólica no seu estabelecimento comercial.Para os familiares, parentes e amigos deixa o seu exemplo, principalmente para as “autoridades”, aqueles e aquelas que burlam a Lei, prevaricando, corrompendo e roubando. Que Deus lhe agracie com o Céu Teco.
Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento : Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Jamilson Campos, Matheus Lima e Werônica Rios. 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O DESABAFO DE UM TRINTÃO.

Por: Leandro Bahiah. 
Imagem: Internet.

Jamais desistirei de Ibitupã, e, principalmente deste povo pacato, bonito e alegre (encantador). Fiz trinta anos e o desejo de lutar continua forte, as batalhas perdidas são – Pedras no meio do Caminho... Como bem disse o poeta Carlos Drummond de Andrade. Vou em frente. Vamos, enfrente!
Não tolero rasteira, perseguição, injustiça, e outras aberrações do meio político – e que são praticados por pessoas que se comportam como “líderes”. Para mim estas pessoas não são líderes! Induzir alguém a cometer um crime é o mesmo que praticar.
Estes indivíduos são míopes, e muito das vezes não tem ideologia, sonhos, e nem compromisso com o seu povo – lugar. Estas vítimas são dependentes, de interesses pequenos que duram três meses antes da eleição. E quando alguns deles conseguem algo, se vale do egoísmo/individualismo. Xô!
O problema de Ibitupã são as Pontes. É o descaso de anos e anos de desgovernos, e no período eleitoral os distritos servem apenas como Currais Eleitorais. Os ibitupaenses têm que ter menos tolerância com estes vulpinos. Abram os olhos. “Tu já viu calda comandar? Quem comanda é cabeça”, disse-me um distritense considerando-se rabo.
Era míope também, diferente dos míopes citados acima, contudo, não tive alguém que revelasse para mim – o óbvio. Despertei de um pesadelo, por isso, luto. E mais do que sonhar, persevero. Tenho esperanças: não é de esperar – É esperançar! Como disse Paulo Freire.
Chego aos trinta e vejo jovens sem expectativa: sem – Cultura (teatro), esporte, saúde, tudo em decorrência do uso de drogas e anabolizantes, a maioria em busca do corpo perfeito. O consumismo e ostentação... Sem emprego. Chega de escrever! Apenas escrever. AÇÃO!
Ibitupaenses – vocês são protagonistas. Lutem! Percorram ruas, prefeitura, câmara... Falem ao povo e o povo ouvir-nos-á. Conte comigo para o lavoro do dia a dia, para perder algumas batalhas se for preciso, todavia, a nossa utopia há de vingar-se um dia.
Tomara Deus que eu chegue aos 60 anos e comemore com os ibitupaenses a realização do (Possível), e que eu tenha forças – porque coragem hei de ter para lutar pelo (Impossível). Porque não tenho motivos para comemorar, uma vez, que nem a realização do possível nos é garantido.
Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento : Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Jamilson Campos, Matheus Lima e Werônica Rios. 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE IBICUÍ, LEGÁ ALVES, DEVE SEGUIR TRÊS PASSOS PARA FAZER UM BOM MANDATO.

Legá Alves.
Por: Leandro Bahiah. 
Imagem: Internet.

No dia (01), a nova Mesa Diretora tomou posse na Câmara Municipal de Ibicuí (BA), o novo presidente da casa é o vereador Legá Alves (PV). O mesmo deixou claro que irá aproximar o povo da Casa Legislativa, o que é uma atitude louvável, porém a realidade diz outra: As Sessões a partir agora serão realizadas as quartas-feiras, pela tarde às 14 horas com o único objetivo de afastar as pessoas das atividades legislativas. Quem teve esta brilhante ideia? Vai saber! O autor do projeto aberração que mudou o dia da sessão foi o vereador Manoel (PDT), de Água Doce. No dia que o projeto foi aprovado nem o autor esteve presente para defender o projeto – tamanho o absurdo!

É imprescindível que o novo presidente tome alguns cuidados para não cometer alguns desleixos iguais aos do seu antecessor, o vereador Onildo Júnior (PSD), que embora muito combativo, pecou, e os motivos foram analisado e publicado neste mesmo espaço. Legá Alves deve honrar este cargo que lhe foi confiado e somar idéias e forças em favor e no intento de defender a moralidade/legalidade e os cidadãos e cidadãs de Ibicuí que não querem ficar com suas bocas escancaradas esperando a morte chegar – como disse o poeta. Isso para quem tem apartamento.

O novo presidente deve assegurar o direito dos distritos terem sessões – o povo merece ser ouvido – e ter suas reivindicações atendidas. O nobre edil tem que colocar em pauta As Contas do ex-prefeito Cláudio Dourado (PTB) para serem votadas, é preciso que esta novela chegue ao fim – não importando o resultado. E por último e não menos importante, o presidente deve ser mais enérgico com os vereadores que faltam as sessões sem justificativas, ou seja, no fim do mês, os mesmos recebem os seus salários integralmente, e a população se sente lesada com toda razão. Os vereadores (as) faltosos têm que ser punido!

Legá Alves mais experiente no legislativo tem que agir ainda mais com zelo pela coisa pública, na dúvida, consulte a Assessoria Jurídica que ganha muito bem, diga-se de passagem. Não abra concessão nem para o executivo ou quaisquer que sejam, quando o assunto for: salários atrasados, Crianças sem estudar por falta de transporte ou pagamento, verbas federais que não atendam as prioridades previstas em Lei e outras questões mais graves que por ventura venha ocorrer, não pode ser negociado – devem-se acionar os Órgãos de controle e fiscalização como, por exemplo, MP – Ministério Público para que direitos não sejam desrespeitados.

Criticar é importante, entretanto, agir é mais importante. Criticar, xingar, esbravejar – Cansa! A população passa acreditar que aquilo tudo que acontece na Câmara – é Teatro – e faz parte, as pessoas passam acreditar que nenhuma ação concreta será tomada – nunca. O bom senso irá nortear o novo presidente que às vezes é acusado de ser influenciável, não acredito, contudo se for verdade, é bom se policiar e agir com a sua consciência. Porque o Homem é a sua própria consciência.

Percebe-se que o vereador Legá Alves é um jovem probo, coerente, combativo e que saberá honrar os jovens que vêem na política um meio de transformar o mundo – começando por Ibicuí. Já que é essencialmente esquecida por pessoas que em nome dos status e poder são capazes de vender as almas ao “encardido”.

É só da voz e vez – a quem não tem voz e vez, e se for fazer concessão faça quando o maior interessado for o povo. Seja firme com os seus pares! É difícil e constrangedor, mas é preciso. Origem humilde, pedreiro – do povo. Lembre-se que: “Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras”, disse Pe. Antônio Vieira. Chega de mandatos a desejar!
Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento : Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Jamilson Campos, Matheus Lima e Werônica Rios. 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

NO ANO DE 2014 A ASSOCIAÇÃO EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI EM IBITUPÃ RECEBEU DO GOVERNO FEDERAL MAIS DE VINTE E SEIS MIL REAIS.

Por: Leandro Bahiah. 
Arte: Pedro Henrique.

Passou os dias festivos como Natal e réveillon, e antes que venha o carnaval é necessário que se faça algumas prestações de contas, isso é da democracia e uma regra essencial para que se tenha uma boa administração e vale para todos, menos para o setor privado, que mesmo assim, declara o seu imposto de renda, ou seja, é uma prestação de contas. E o século XXI demandará por mais transparência na administração pública.
A Associação de Pais e Mestres do Prédio Escola Emílio Garrastazu Médici recebeu um total de R$ 26.836,24 vinte e seis mil e oitocentos e trinta e seis reais e vinte e quatro centavos, dinheiro público verba federal que veio através do PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola. Segundo o Site da Transparência da Presidência da República durante o ano de 2014 foram feitos três repasses: Abril - o repasse foi de R$ 3.420,00 três mil e quatrocentos e vinte reais, em Agosto – foram repassados cerca de R$ 22.104,24 vinte e dois mil e cento e quatro reais e vinte quatro centavos. Já em Setembro – o repasse foi menor de R$ 1.312,00 um mil e trezentos e doze reais. Totalizando um valor de R$ 26.836,24 vinte e seis mil e oitocentos e trinta e seis e vinte e quatro centavos.
A Diretora Leidiselma Assis deveria prestar conta no Blog das Escolas Municipais de Ibitupã. Se ainda tem dinheiro no caixa, onde foram gastos, quais a prioridades que a direção tomou – mostrando notas ficais. Não é uma desconfiança por parte do autor deste artigo, talvez as pessoas possam imaginar que os recursos não estão sendo gastos legalmente, não em absoluto. São os novos tempos! É a tal da transparência e quem se preza a ser um (a) administrador (a) não deve se furtar dela.
Existe outro dilema: - Não foi ainda informada para a sociedade ibitupaense a existência desta entidade denominada de Associação de Pais e Mestres do Prédio Escola Emílio Garrastazu Médici. Pode perguntar a qualquer professor (a) se sabe da existência desta associação – pouquíssimos sabem. E os pais? Muito menos. Ninguém sabe quem é o Presidente (a), o 1º Secretário (a), 1° Tesoureiro (a), os Conselheiros (as) Fiscais. Quem pode participar da entidade? Só professores (as) ou pessoas de outras áreas podem participar também como os pais, por exemplo? Qual será a próxima Assembléia Geral? São perguntas que devem ser respondidas. E a sociedade é merecedora destas informações. E que deve comprovar com certeza a lisura como a direção das Escolas Municipais de Ibitupã tem se portado diante da coisa pública, porque a direção é formada de pessoas idôneas como os vices-diretores e também na pessoa da Sra. Leidiselma Assis.
IN já cedeu o espaço para que a mesma se manifestasse que falem das expectativas e dos novos desafios para educação de 2015, quais serão os novos projetos, todavia a diretora recusou-se a dar entrevista, contudo, o espaço continua aberto para que a mesma expresse livremente suas opiniões. Mas o que nenhuma a autoridade pode negar é informação. E já esta na hora do povo saber.
Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento : Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Jamilson Campos, Matheus Lima e Werônica Rios.