sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

DOM LUÍS GONZAGA ARCEBISPO DA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DA CONQUISTA ESTARÁ NESTE SÁBADO EM IBITUPÃ.



Dom Luís Pepeu
Por Leandro Bahiah
Fotos: Arquidiocese Vitª da Conquista
e Paroquia São Pedro
 
Amanhã dia (14) sábado, estará visitando a comunidade São Roque de Ibitupã Vossa Excelência Reverendíssima, Dom Luiz Gonzaga Silva Pepeu, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória da Conquista (BA)  esta é a segunda vez que Dom Luís nos visita. Será uma visita pastoral. Na oportunidade o Padre Ariosvaldo Aragão da Paroquia São Pedro de Ibicuí estará presente para acompanhar Dom Luiz.
Pe. Valdo no meio.
Depois que a Comunidade São Roque de Ibitupã foi reintroduzida a Paróquia São Pedro os fiéis sentem a diferença com o tratamento que recebeu, graças ao empenho e o trabalho sacerdotal (no sentido literal da palavra) do Reverendíssimo Padre Valdo, como é conhecido pelos paroquianos e amigos da Terra de Deus.
Antigamente era um acontecimento extraordinário a vinda de um Bispo para uma Comunidade pequena, e continua sendo. Mas, com passar dos tempos isso se tornará uma coisa comum, graças a Deus! “O poder é está a serviço do povo”, disse Papa Francisco. E essa máxima é cumprida com muito esmero pelo Padre da nossa comunidade. 
A visita termina com a celebração Eucarística ás 19/00 horas. O Padre Valdo e toda a comunidade São Roque, convida a todos para participar.

Diretor-presidente: Pericles Kinho. Edição: Adenilson Kbça e Leandro Bahiah. Direção de Arte: Pedro Henrique. Produção/Departamento Comercial: Amauri Leão. Direção de Marketing: Abel Meira. Colaboração: Edilene Bahiah, Jamilson Campos, Matheus Lima, Thaylana Santos e Werônica Rios.



MINISTRO DO STF, GILMAR MENDES DIZ QUE LULA "INAUGURA ATÉ BURACO NO PAÍS DURANTE A CAMPANHA"


Ministro Gilmar Mendes
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes atacou nesta quinta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) ao classificar propaganda de governo como propaganda eleitoral. Mendes disse que o petista "passou a inaugurar até buracos no país". Segundo Mendes, as inaugurações seriam "propaganda descarada".

"Cheguei a chamar atenção quando estava na presidência do STF e o presidente Lula projetou a candidatura da presidente Dilma [Rousseff] e passou a inaugurar até buracos no país. Depois, passou a rir da Justiça Eleitoral em um momento de constrangimento para o ministro [Ricardo] Lewandowski [então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)], gozando das multas [por propaganda antecipada] que eram aplicadas", afirmou o ministro durante sessão no tribunal que julga ação para acabar com as doações de campanha por parte de empresas privadas.

"Propaganda institucional nada mais é do que propaganda eleitoral", acrescentou. TIRAR afirmou o ministro durante sessão no tribunal que julga ação para acabar com as doações de campanha por parte de empresas privadas.

Mendes discutia o argumento de que o fim das doações por pessoas jurídicas daria mais igualdade às eleições. Para ele, para haver mais isonomia entre os partidos e igualdade de chances, seria preciso proibir também propaganda institucional.

Para Mendes, o fim das doações de pessoas jurídicas favoreceria o partido que está no governo. "A quem interessa esse modelo cerrado, hermético? Quem é que ganha? Em geral é o governo. Vai se proibir também essa propaganda [de governo]?"

"É um tipo de lei para beneficiar quem estiver no poder. É isso que se quer, é um projeto para a eternização de um grupo no poder. Quem está no poder tem a mais-valia", afirmou o magistrando, referindo-se à eventual proibição de doações por pessoas jurídicas.

"Isso [propaganda institucional] é a violação mais clara, mais escarrada da ideia de igualdade de chance, que é a base da democracia partidária".

Gilmar Mendes defendeu ainda a contribuição de dinheiro por empresas privadas por entender que é natural que elas queiram que seu pensamento esteja representado no Congresso. Para ele, as doações não significam a "compra do passe" de um determinado candidato.

"Esta gente [que defende o fim das doações] está alugada para uma causa ou essa gente já tem uma causa e traduz o que essas empresas pensam? As empresas querem que essas pessoas sejam vozes no parlamento como já são na vida pública. As empresas podem apoiar, sim, candidato que vai defender determinado perfil ideológico, claro, livre e que corresponde a um ambiente normal para seus negócios e suas atividades. É muito fácil fazer a redução 'deu dinheiro porque quer uma obra'", disse.

O comentário de Mendes foi feito durante um aparte ao voto do ministro Dias Toffoli. 

Fonte: UOL